quinta-feira, 31 de maio de 2007

3700% em cinco anos

Pessoal,

Esse artigo foi retirado de uma revista exame e demonstra na prática um caso de sucesso de uma emperesa que adotou a estratégia de expansão com base em aquisições e/ou abertura de capital. Reúna exemplos de outras empresas que adotaram estratégias semelhantes (de qualquer lugar do mundo) e contribua sem repetir os exemplos dos colegas!!!

EXAME A tabela abaixo simboliza a mais impressionante reviravolta da história recente do ambiente empresarial brasileiro -- aquela vivida pela Lojas Americanas, um dos maiores varejistas do país. Em cinco anos, a rede deixou a condição de sobrevivente cambaleante da crise que vitimou nomes tradicionais do varejo, como Mappin e Mesbla, para tornar-se uma das maiores estrelas da Bolsa de Valores de São Paulo. A valorização de suas ações no período foi de inacreditáveis 3 700%. Ou seja, quem investiu 1 000 reais cinco anos atrás tem hoje 37 000. O índice Bovespa teve valorização de 237% no período, e apenas 11 ações tiveram desempenho superior ao da Americanas (todas, porém, de empresas com pouca ou nenhuma negociação na bolsa). O incrível sucesso da Lojas Americanas no mercado deu à empresa fôlego para investir pesado em aquisições. Em dezembro, ocorreu a fusão de sua operação digital com o Submarino, que criou a maior varejista da internet no país. Na segunda quinzena de janeiro, foi anunciada a compra das 127 lojas brasileiras da rede de videolocadoras americana Blockbuster, por 186 milhões de reais. "A Lojas Americanas se destacou por enxergar oportunidades de negócio onde os concorrentes vêem problemas", afirma Márcio Kawassaki, analista de varejo da corretora Fator.

A maior estrela da bolsa

Evolução do preço das ações da Lojas Americanas nos últimos cinco anos

Janeiro de 2002(1)

R$ 3,30

Janeiro de 2003

R$ 6,90

Janeiro de 2004

R$ 26,26

Janeiro de 2005

R$ 36,54

Janeiro de 2006

R$ 88,40

Janeiro de 2007

R$ 127,61

(1) Fechamento do dia 26 de janeiro de cada ano
Fonte: Economática

As transformações por que passou a Lojas Americanas nos últimos anos dividem-se em dois grupos. A primeira aconteceu longe dos olhos dos consumidores. Antes conhecida por sua ineficiência, a rede sofreu uma brutal redução de custos e viu seu caótico modelo logístico transformado. "Tínhamos muitos consumidores na loja, o problema é que ninguém sabia se ia encontrar batom na prateleira ou não", diz um executivo que passou pela Americanas. A centralização da distribuição, a venda dos imóveis da rede e o corte no número de fornecedores impulsionaram o incremento na eficiência da companhia. A participação das despesas em relação à receita líquida, que há sete anos era de 27%, caiu para os 20% atuais -- diferença que, num setor com margens tão apertadas quanto o varejo, representa um oceano de dinheiro. "A queda nos custos foi fantástica", diz o consultor Eugênio Foganholo, especialista em varejo. O conseqüente crescimento da rentabilidade foi exponencial. Em 2000, quando era considerada um mico pelos analistas, a Americanas teve prejuízo. Em 2005, lucrou 330 milhões de reais.

O segundo conjunto de transformações por que a companhia passou foi feito sob o olhar do consumidor. A Lojas Americanas deixou de ser uma espécie de loja de departamentos barateira e sem charme para tornar-se a mais elétrica varejista do país. Hoje, como as redes Metro, da Alemanha, e a inglesa Tesco, a Americanas opera em praticamente todos os formatos possíveis -- além das lojas físicas, oferece seus produtos por meio de catálogos, televendas, televisão, quiosques e internet. "Essa é uma tendência mundial do varejo", diz o consultor Marcos Gouvêa de Souza, especialista no setor. "O maior desafio dos varejistas é encontrar um modelo para capturar os consumidores em diversos momentos." A investida no comércio eletrônico é tida como exemplar. Quando a Americanas.com foi lançada, no final de 1999, a internet era a maior ameaça ao varejo tradicional. Esperava-se uma disputa entre as lojas virtuais, como a Amazon, e aquelas de concreto. A Americanas.com foi uma aposta num modelo misto pouco comum à época. Depois de um começo titubeante, a loja virtual vive hoje seu momento de maior expansão, superior a 60% ao ano. E a fusão em dezembro do ano passado com o maior concorrente, o Submarino, foi a demonstração cabal de que a aposta inicial fora correta. Hoje, todos os varejistas tradicionais têm sua operação na internet. Recentemente, a subsidiária brasileira do Wal-Mart anunciou que também vai entrar no comércio eletrônico.

O último passo dessa investida em diversos formatos foi justamente a compra da Blockbuster, empresa líder de um mercado em franca decadência. O negócio de locação de filmes -- da forma como é hoje -- está fadado a desaparecer no futuro. Novas tecnologias já permitem o download de filmes diretamente para o computador ou aparelho de TV. Na Amazon, por exemplo, o usuário paga 3,99 dólares para ficar com o filme armazenado no computador por até um mês. O magnata australiano Rupert Murdoch, controlador da News Corp., também anunciou recentemente a intenção de entrar no mercado de downloads de filmes pela internet. Resistente às mudanças do mercado, a Blockbuster passa por um mau momento no mundo todo. A empresa foi praticamente obrigada a alugar filmes via internet depois de perder espaço para a concorrente Netflix, pioneira no sistema de pedidos pela rede e que está prestes a lançar planos que permitirão assistir entre 6 e 18 horas de filmes online por mês. "Os resultados globais da Blockbuster não são nada animadores e, no Brasil, a operação já não dava lucro havia algum tempo", diz um ex-executivo da videolocadora.

A explicação para a entrada num mercado em declínio é simples, porém. A Americanas fez o que os banqueiros de investimento apelidaram de negócio imobiliário -- no qual o que estava em jogo não era a marca Blockbuster ou um súbi to interesse na locação de filmes, mas sim a privilegiada localização das lojas, quase todas em regiões de alta renda. A aquisição é, também, coerente com a estratégia de expansão por meio de sua rede de lojas de vizinhança, a Americanas Express. As novas unidades vão vender, inicialmente, aparelhos de DVD, TVs, livros, brinquedos e CDs. "Com uma gestão mais eficiente, vamos incrementar o negócio de aluguel de filmes e reverter o resultado deficitário da Blockbuster já em 2007", afirma Roberto Martins, diretor de relações com investidores da Americanas. Entre os planos dos novos donos para expandir o negócio também está a mudança do processo de logística que envolve a retirada e a devolução dos filmes. Em breve, os DVDs alugados poderão ser devolvidos em qualquer loja da rede (e não só no endereço onde o filme foi retirado, como ocorre hoje). Também está sendo avaliada a possibilidade de aluguel pela internet, um movimento que seguiria a tendência do mercado.

As aquisições recentes -- o canal Shoptime, o Submarino e a Blockbuster -- e a estratégia de crescimento em diversos formatos transformam um sem-número de varejistas em alvos potenciais da Americanas. "Pode ser uma rede de farmácia, uma livraria ou qualquer outra coisa que seja interessante para o nosso negócio", diz Martins. Há dois anos, os sócios -- Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira -- iniciaram negociações para comprar o Ponto Frio, segunda maior rede de eletroeletrônicos do país, mas as conversas não foram adiante. A possibilidade de vender a Americanas, aventada há anos, parece ainda distante. Segundo banqueiros de investimento, os três sócios ainda enxergam muito espaço para valorizar a empresa antes de negociá-la. A idéia é repetir na Americanas o sucesso da Ambev. Em 1989, Lemann, Telles e Sicupira adquiriram a Brahma por 60 milhões de dólares. Quinze anos depois, com a venda da Ambev -- resultado da união entre Brahma e Antarctica -- para a belga Interbrew, esse valor foi multiplicado por 70. De acordo com executivos próximos à Americanas, ainda não chegou o momento de fazer o mesmo com a varejista -- mas o sucesso dos últimos cinco anos mostra que um longo pedaço do caminho já foi percorrido.

27 comentários:

Cassio disse...

Vou citar um exemplo que vi na internet. Um empresa de nome COSAN do ramo sucroalcooleiro abriu seu capital em 2005 e conseguiu capturar R$885 milhões ("coisa pouca")com a venda de suas açoes, dinheiro esse utilizado na compra de novas unidades. Li também que desde 2004 até hoje, 50 empresas abriram seu capital no Brasil, enquanto na década de 90 somente 7 empresas fizeram isso. Quem quiser ler ai vai a referencia: http://www.anba.com.br/especial.php?id=349

Marcio disse...

No final de abril, a Telefónica e um consórcio de empresas italianas anunciaram a aquisição da Olimpia, holding que controla a Telecom Italia, por 4,1 bilhões de euros. A briga entre espanhóis e mexicanos para entrar no bloco de controle da Telecom Italia foi ferrenha.
As empresas de Slim -- Telmex e América Móvil -- e o grupo Telefónica tornaram-se nos últimos anos os maiores investidores do mercado latino-americano. Em 2000 a Telefónica decidiu investir no México e o mexicano Slim (Carlos Slim Helú) partiu com mais agressividade para encarar a rival em outros países. Estes dois conglomerados têm o hábito de crescer rapidamente por meio de aquisições. A América Latina já representa mais de 40% do faturamento dos espanhóis. Já os mexicanos controlam mais de 20 empresas na região. O leilão da Telecom Italia, portanto, deve ser lido nesse contexto. O maior interesse dos dois grupos era adquirir o controle dos ativos italianos na América Latina e, mais estrategicamente o mercado no Brasil, onde a Telecom Italia controla a segunda maior operadora de celular do país, a TIM. Isso representaria domínio de 50% do mercado local de telefonia móvel. O mais interessante é que a oferta da Telefônica foi 400 milhões de euros menor que a de Slim, mas o governo italiano não via com bons olhos a possibilidade de um investidor não europeu ter o controle de sua empresa de telecomunicações.
Valeu. Mais informações: Exame ed 892 09/05/2007 pag. 124.
Márcio

Unknown disse...

Pesquisei também no Google e encontrei esse exmplo:

IBM Compra LOTUS
( julho 1995 )
• Justificativa: Lotus Notes ( mais de 2 milhões de cópias
vendidas ) um produto que permite o compartilhamento de
trabalhos em redes de computadores. Lotus não tinha
recursos para continuar investindo neste produto
• Retorno: somente se IBM conseguir alavancar as vendas
do Notes.
• Valor da aquisição: $3,5 bilhões de dolares, mais do que o
dobro do seu valor de mercado e mais de 3 vezes o seu
faturamento anual $980 milhões

Unknown disse...

Vou colocar alguns trechos sobre o banco Santander:

"A história do Banco Santander iniciou-se em 15 de maio de 1857, na cidade costeira de Santander, situada no norte da Espanha, através do decreto da Rainha Isabel II, que autorizou a constituição do Banco Santander. A partir dos anos 50, o Banco Santander iniciou seu processo de expansão internacional. Em janeiro de 1999, foi anunciada a fusão entre o Banco Santander e o Banco Central Hispanoamericano. Essa negociação causou forte impacto no cenário financeiro mundial e principalmente Europeu."

"O processo de forte crescimento dos negócios no Brasil foi iniciado em 1997 com a aquisição do Banco Geral do Comércio S.A.. Nos anos seguintes, foram mais três aquisições, que fizeram o Grupo Santander ganhar posição entre os maiores grupos financeiros do setor no país. Em 1998, foi comprado o Banco Noroeste S.A.. Já em janeiro de 2000, foi anunciada a aquisição do Conglomerado Financeiro Meridional - formado pelos bancos Meridional e Bozano, Simonsen. E, em novembro do mesmo ano, o Santander comprou o controle do Banco do Estado de São Paulo S.A. - BANESPA. Atualmente, o Santander Banespa se consolidou como o terceiro banco privado por volume de ativos e primeiro entre os bancos internacionais."

fonte: http://mundodasmarcas.blogspot.com/

Juliano R. Ramon

Unknown disse...

Como um um caso prático de uma empresa que adotou a estratégia de expansão com base em aquisições, encontrei o seguinte sobre Wal-Mart:

As negociações do gigante americano Wal-Mart para compra do grupo português Sonae no Brasil, líder no Sul do país entraram na reta final. O acordo ainda não foi fechado e, segundo fontes, o Wal-Mart contratou o Goldman Sachs para assessorá-lo. Os movimentos do Wal-Mart fazem parte de uma nova onda de consolidação do setor. O grupo tem dinheiro de sobra para bancar compras - faturou US$ 288 bilhões em 2004, US$ 56,2 bilhões fora dos EUA. A posição do Sonae na disputa pela liderança é estratégica. Com os ativos dos portugueses no país, o Wal-Mart atingirá vendas de R$ 10,5 bilhões, aproximando-se da segunda posição, detida pelo Carrefour, que teve em 2004 um faturamento de R$ 12,1 bilhões. O líder Pão de Açúcar tem receitas de R$ 15,4 bilhões. (Valor Econômico)

Unknown disse...

Um exemplo que achei interessante é o da Companhia Vale do Rio Doce. Veja abaixo:

Empresa deve continuar se valorizando em 2007

Por: Marcelo Tokarski e Luís Osvaldo Grossmann
Correio Braziliense
25/10/2006

Expectativa de analistas de mercado é que as ações da Vale do Rio Doce, hoje cotadas em R$ 45 na Bovespa, superem os R$ 73.

Apesar do forte aumento no seu nível de endividamento, a Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) deve continuar atraindo a atenção de investidores. A queda no preço de suas ações, ocorrida após o anúncio da oferta pela Inco, ainda em agosto, já foi inteiramente absorvida pelo mercado, tanto que desde então as ações da mineradora acumulam alta superior a 12%. Por isso, estimam os analistas, continua sendo interessante adquirir ações da companhia. A expectativa é de que dentro de 12 meses o papel preferencial, que ontem fechou cotado a R$ 45,81 na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) , supere a casa dos R$ 73, o que representaria uma valorização de quase 60% em um ano.

Cristina Viana, analista de mineração da Ágora Sênior, diz que “a Vale do Rio Doce vai colher os louros dessa aquisição por muito tempo”. “O preço de US$ 18 bilhões (pago pela Inco) é elevado, mas já tinha impactado no valor das ações em agosto, quando a oferta pública foi feita. Ou seja, a partir de agora as ações vão só se valorizar”, afirma. No dia 11 de agosto, quando a Vale anunciou a intenção de comprar a Inco, suas ações com direito a voto (ordinárias) fecharam em baixa, cotadas a R$ 48,40. Ontem, essas mesmas ações valiam R$ 54,40, um ganho de 12,6% em pouco mais de dois meses. “Nós mantivemos e reforçamos a recomendação de compra das ações da Vale.”

De acordo com outro analista consultado pelo Correio, a diversificação dos negócios da Vale, antes muito concentrados no minério de ferro, vai beneficiar a empresa, que passa a ficar menos dependente das oscilações de uma mesma commodity. Ontem, as ações da empresa fecharam em forte alta. Os papéis com direito a voto subiram 4,63%, enquanto as ações ordinárias valorizaram 3,34%. Aliado à alta de 2,39% nas ações da Petrobras (leia ao lado), o desempenho impulsionou a Bolsa de Valores de São Paulo, que fechou na maior pontuação em cinco meses. O Ibovespa subiu 0,69%, atingindo 39.498 pontos, maior patamar desde 12 de maio, quando marcou 40.211 — as mineradoras e petrolíferas respondem por 30% do Ibovespa.

Ontem, duas agências de classificação de risco tiveram comportamentos distintos em relação à Vale. A Fitch manteve em “BBB-” o rating em moeda estrangeira e diminuiu para “BBB-“ a classificação em real. No entanto, as duas classificações continuam indicando grau de investimento (“prudente ou seguro”), o que possibilita à Vale contrair empréstimos a juros menores. Já a Standard & Poor’s reduziu a classificação da Vale de “BBB+” para “BBB-” — ainda dentro do grau de investimento. O banco de investimentos norte-americano Merrill Lynch manteve os papéis da Vale em sua Focus List, que recomenda a investidores as oito ações mais rentáveis do mercado brasileiro.

Unknown disse...

Pesquisei no google e achei essa empresa portuguesa:
Portucel juntamente com Ibersol são as empresas com maior potencial da bolsa
A Portucel continua a liderar a lista das empresas da bolsa nacional com maior potencial de valorização. A empresa de pasta e papel surge na lista do Millennium bcp investimento com um potencial de subida de 20%.

Apesar do Grupo Portucel Soporcel ser constituído por duas empresas com histórias Carregue no link para abrir diferentes, a sua vocação estratégica sempre teve uma raiz comum, radicando no objectivo de consolidar uma posição de liderança no mercado europeu de pasta e papel.

A aquisição da Soporcel pela Portucel, concretizada em 2001, representou um importante passo no sentido da reestruturação da indústria papeleira em Portugal, tendo em vista a criação de um grupo nacional forte no sector da pasta e papel. O ano de arranque do Grupo Portucel Soporcel, 2001 foi particularmente rico em factos relevantes no âmbito da estratégia de desenvolvimento do Grupo.

No início de 2000, uma importante etapa já tinha sido cumprida no âmbito da consolidação do projecto definido para o país no âmbito da pasta e papel: a compra da Papéis Inapa pela então Portucel Industrial, permitindo importantes economias de escala através de uma maior integração em papel.

Anônimo disse...

O exemplo que estou citando é do jornal Panorama, de Juiz de Fora - MG, edição de terça-feira, 20 de Março de 2007, página 7.

Petrobras compra Grupo Ipiranga

Em uma das maiores operações empresariais já realizadas no Brasil, Petrobras, Grupo Ultra e Braskem anunciaram, ontem, que concluíram entendimentos para a aquisição dos negócios do Grupo Ipiranga, consolidando e ampliando a presença nos setores petroquímico e de distribuição de combustíveis. O valor da operação é de cerca de US$ 4 bilhões.
O Grupo Ipiranga, um dos maiores e mais tradicionais do País, opera nos setores de refino de petróleo, petroquímico e distribuição de combustíveis. No ano passado, obteve receita líquida de R$ 30 bilhões, com Ebitda de R$ 1 bilhão e lucro líquido de R$ 534 milhões.
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, disse que o negócio está em linha com o planejamento
- A Petrobras pretende ter um papel mais relevante do que tem tido, nos últimos anos, na petroquímica. O negócio com a Ipiranga é um passo a mais na estratégia de consolidação de grupos econômicos importantes no Brasil, com a presença relevante da Petrobras. Do ponto de vista de distribuição, também é uma operação importante, na medida em que aumenta a sinergia de nossa rede Norte, Nordeste e Centro-Oeste — destaca Gabrielli.
O presidente do Grupo Ultra, Pedro Wongtschowski, destacou o crescimento esperado com a transação.
— Com essa incorporação, assumimos ativos importantes, profissionais comprometidos e, principalmente, a bandeira Ipiranga, uma das dez marcas mais valiosas do Brasil, e uma das mais queridas dos brasileiros. Com essa aquisição, ampliamos significativamente nossas operações na área de distribuição
de combustíveis, passando a ter duas grandes marcas no setor: Ultragaz e Ipiranga. É um investimento no mercado de combustíveis, no mercado de biocombustíveis e no mercado brasileiro.
José Carlos Grubisich, presidente da Braskem, destacou que a incorporação do grupo gaúcho passa a ser um divisor de águas na estratégia da companhia que dirige:
— Estamos entre as dez primeiras empresas petroquímicas do mundo. Temos compromisso com o crescimento do Brasil, com a Governança Corporativa e com o desenvolvimento sustentável.

EM ALTA

A Bolsa de Valores de São Paulo fechou, ontem, em alta de mais de 2%, influenciada pela recuperação das bolsas externas e pelo acordo de compra do grupo Ipiranga pela Petrobras, Braskem e Grupo Ultra. As ações da Braskem foram as que mais ajudaram o índice, subindo 15,86%. As ações da Petrobras tiveram alta de 1,93%.

Aproveito o post para comunicar que o ministro da Ciência e Tecnologia Sérgio Rezende esteve em Santa Maria no dia 07 de maio de 2007 e proferiu a aula inaugural do primeiro semestre letivo de 2007 no anfiteatro C da UFSM. Assisti a aula e gravei com meu mp4. Já está disponível o link para download da aula, em formato mp3 128 kbps duração de 01:04:40 e tamanho de 59,2 MB.
aula inaugural.mp3
No começo é o reitor quem está falando, logo em seguida entra o ministro.

Unknown disse...

Pesquisei no google e encontrei um exemplo interressante. Fala sobre a abertura de capital da Datasul (empresa de softwares).

Líder nacional no mercado de softwares de gestão empresarial, a Datasul já planeja a abertura de capital. "Nossa intenção é o Novo Mercado, no qual devemos ingressar daqui a 2 ou 3 anos", afirma Miguel Abuhab, fundador da empresa e presidente do Conselho de Administração. Um dos objetivos da captação de investimentos na Bolsa de Valores é suportar o plano de expansão internacional, que terá foco na América Latina. Hoje, a Datasul exporta para a Argentina, Canadá, EUA, México, Chile, Uruguai e Paraguai, vendas que correspondem a 3% do total do faturamento.

No 1º semestre de 2005, a empresa faturou R$ 152 milhões, o que representa um aumento de 55% nas vendas líquidas em relação ao mesmo período de 2004. "Nossa meta é alcançar um faturaramento de aproximadamente R$ 350 milhões em 2005, contra R$ 281 milhões no ano passado", revela Miguel. "Empreendedor Inovar" por ter participado do 1º Fórum Brasil Abertura de Capital, realizado em novembro de 2002, a empresa conta hoje com mais de dois mil clientes.

A matéria completa pode ser vista no site:

http://www.capitalderisco.gov.br/vcn/tripa_NoticiasImprensa_include.asp?ContentId=3034

Unknown disse...

Um exemplo de estratégia de expansão foi utilizada pela WEG, que em 2006 ampliou a comercialização de produtos de maior valor agregado, como geradores e transformadores mais potentes e motores de alto rendimento. Adotando esta medida, a empresa pretendia manter o ritmo ascendente das vendas de serviços nas áreas de automação industrial, transmissão e geração de energia em pequenas centrais térmicas e hídricas, que hoje respondem por 10% do faturamento doméstico.
Além disso, a empresa aumentou a linha de produtos vendidos no exterior, incluindo mais transformadores, geradores e inversores, já que hoje 85% do volume corresponde a motores elétricos, e vai abrir novos mercados além dos 100 países atendidos atualmente. Ao mesmo tempo, a participação da produção externa avançou além dos 5% atuais, inclusive com a produção local de componentes em maior escala.
Como resultados, as vendas da Weg cresceram mais no mercado externo do que no interno em 2006 e garantiram a expansão de 15% no faturamento geral.

Carla disse...

Pesquisando na internet encontrei informações sobre a compra da empresa Expressso Mercúrio pela holandesa TNT Express.
A negociação da compra foi realizada em sigilo absoluto e não era esperada pelos concorrentes.
Os tais chamados "gigantes estrangeiros" chegaram para disputar o mercado brasileiro.
A fusão TNT-Mercúrio tornou-se a maior empresa de transporte rodoviário de cargas no país e seu faturamento ficou estimado em 1 bilhão de reais por ano.

Existência - Rascunhos e pensamentos esporádicos disse...

Aqui vão algumas exemplos:

->Nike compra fabricante dos tênis All Star por US$ 305 milhões.

A Nike comprou a fabricante do tênis All Star por US$ 305 milhões. A Converse, que fabrica o All Star, tem 95 anos de existência e enfrentava problemas financeiros. A empresa chegou a ter a concordata decretada em 91 e 2001.Para a Nike, a compra do All Star vai ajudar a ocupar um espaço que a marca ainda não conseguiu tomar: o dos tênis de preço mais baixo.

->Google compra YouTube por US$ 1,65 bilhão em ações

"O time do YouTube construiu uma plataforma de mídia poderosa e empolgante que complementa a missão do Google de organizar informações mundiais e torná-las universalmente acessíveis e úteis", comentou Eric Schmidt, Chief Executive Officer (CEO), do Google em um comunicado sobre a aquisição.

“Juntos, somos parceiros naturais na oferta de um serviço estruturado de entretenimento de mídia aos usuários, aos donos de conteúdo e aos anunciantes", complementou Schmidt.

->Yahoo! compra Right Media
Yahoo! compra a Right Media, empresa especializada em propaganda, por $680 milhões. Ambas as empresas tentam aumentar suas abordagens em propagandas online.

Agora Google e Yahoo podem construir suas redes próprias de propagandas. Right Media é em parte muito parecida com a DoubleClick— um lugar para vender remanescentes propagandas e exibi-las em locais com custo baixo que não podem ser vendidos diretamente ou de outra forma.

->Carrefour compra Atacadão por R$ 2,27 bilhões

O Carrefour comprou o Atacadão por 825 milhões de euros (R$ 2,27 bilhões), tornando-se líder do segmento no Brasil. O grupo francês, que é superado no mundo apenas pelos americanos da Wal-Mart, aponta o País como uma de suas prioridades nos mercados emergentes.

Com a aquisição do Atacadão, o Brasil passa responder por 7% dos lucros do grupo no mundo, um dos maiores índices entre os países emergentes. O interesse das redes internacionais pelo País não é por acaso: segundo um estudo realizado por economistas da ONU, a América Latina é a região onde os supermercados mais crescem no mundo.

->Microsoft compra agência de marketing digital aQuantive por US$ 6 bi

A aQuantive trará à Microsoft novos softwares de anúncios digitais para suportar serviços como vídeo sob demanda e IPTV. Os serviços da agência digital incluem empacotamento e publicação de anúncios online e gerenciamento de campanhas.

->AMD compra ATI por US$ 5,4 bilhões

Para a AMD, a fusão é uma forma de oferecer produtos integrados para a computação móvel e o mercado de eletrônicos de consumo. A partir de 2008, seu objetivo é oferecer uma nova variedade de chips integrados de processamento e gráficos para aplicações customizadas.

->Petrobras compra a uruguaia Gaseba

Num processo iniciado em novembro do ano passado, a Petrobras concluiu a compra de 51% da uruguaia Gaseba, em um importante avanço de sua internacionalização na América Latina.

A compra da participação da francesa Gaz de France na Gaseba, distribuidora de gás canalizado de Montevidéu, foi fechada por aproximadamente US$ 13 milhões.

A Petrobras comprou ainda os 261 postos da Shell no país e outras instalações na Colômbia e Paraguai, por cerca de US$ 140 milhões. Com isso, a empresa brasileira se torna a quinta maior empresa do Uruguai, com 20% do mercado de distribuição de combustíveis.

-> No caso de Santa Maria. Para quem lembra do supermercado Trevisan, ele foi comprado pelo Nacional, que foi comprado pelo BIG, que agora foi comprado pela Wal-Mart. Quem vai comprar a Wal-Mart?

Bruno Guazina

Unknown disse...

Yahoo! anuncia aquisição de empresa de publicidade online

Apenas algumas semanas após a Google ter adquirido a DoubleClick, a Yahoo! anunciou a aquisição da Right Media, um negócio no valor de 680 milhões de dólares.

A publicidade online, que tem vindo a crescer a um ritmo elevado, tornou-se uma das apostas de futuro das empresas de Internet.

Depois de a Google ter anunciado a aquisição da DoubleClick, a Yahoo! anunciou a compra da Right Media.

Segundo o jornal espanhol El Mundo, o valor do negócio foi de 680 milhões de dólares (cerca de 500 milhões de euros), tornando-se na maior aquisição realizada pelo portal.

Vários analistas declararam à imprensa estrangeira que o objectivo desta compra é, acima de tudo, reduzir a distância existente entre estes gigantes da Internet e impulsionar as suas vendas de publicidade online, em particular as das suas páginas Web menos visitadas.

A plataforma Right Media vai permitir ao portal Yahoo! o controlo a 100 por cento da empresa de publicidade online, da qual já detinha 20 por cento, adquiridos em Outubro do ano passado.

O negócio vai ainda fazer com que o maior rival do Google passe a gerir um mercado de compra e venda de espaço publicitário online mais abrangente, gerido pela Right Media.

FONTE: http://ciberia.aeiou.pt/?st=6845


JULIANO BITENCOURT PADILHA

roger disse...

A Microsoft anunciou nesta segunda-feira (26/02) a aquisição da Medstory, companhia californiana que desenvolve tecnologias de buscas inteligentes via web para o setor de saúde.

A aquisição representa uma iniciativa estratégica para a Microsoft na esfera de buscas por informações de saúde e será integrada ao recém-criado grupo de Soluções de Saúde da MS. A área vai gerenciar o desenvolvimento e a entrega de produtos. O valor da aquisição não foi divulgado.

"Na Microsoft, estamos focados em permitir que pessoas tomem as melhores decisões", disse Peter Neupert, vice-presidente corporativo para estratégias de saúde. "Ficamos impressionados com a habilidade única da Mestory em organizar e navegar nos mais relevantes conteúdos de saúde, o que dá poder aos consumidores que estão tentando encontrar certas informações sobre um importante evento da vida", comenta.

Os resultados das buscas da Medstory são baseados em tecnologia intuitiva de buscas, que fornece informações pré-qualificadas aos consumidores e a profissionais de saúde em pesquisas. A abordagem única permite que os usuários utilizem guias inteligentes para refinar e mirar melhor suas buscas.

Segundo um estudo conduzido pela consultoria Pew Internet & American Life Project, 8 milhões de pessoas nos Estados Unidos navegam na internet diariamente a procura de informações sobre saúde.

http://forum.imasters.com.br/index.php?showtopic=216866&mode=threaded

Unknown disse...

notícia extraída de:
http://www.segs.com.br/index.cfm?fuseaction=ver&cod=54304

Nessa notícia temos um comentário sobre a abertura de mercado dentro do nicho de seguros. Retirei alguns trechos onde a entrevista com um dos empresários mostra a visão deles no interesse do mercado brasileiro. A notícia completa segue no link acima.

SÃO PAULO, junho de 2007 - O processo de abertura do mercado de resseguros no Brasil também está despertando a atenção do Grupo Liberty Mutual [...]Na visão de Gary Windsor, o Brasil conta com corretores profissionais e conscientes das oportunidades que surgirão, mas, que precisam conhecer a definição das regras de negócios neste novo cenário [...] “estamos nos antecipando e coletando informações sobre o mercado brasileiro, antes mesmo do aspecto legal ser definido” [...]o Grupo Liberty Mutual conta com alguns negócios no Brasil em construções e plataformas de petróleo e gás natural, ressegurados através do IRB Brasil Re. O investimento no relacionamento com os clientes, por sua vez, será outro pilar relevante. “Quando o mercado se abrir, trabalharemos mais próximos dos nossos corretores e clientes usando a nossa experiência do mercado internacional. Queremos, junto com nossos corretores, nos relacionar com os CEOs e demais executivos para mostrar a eles como funcionam nossos produtos e de que forma nossa experiência internacional poderá ajudá-los a serem mais competitivos.”

Luís Eduardo disse...

No setor de telecomunicações, as intensas alterações nas últimas décadas trouxeram ao setor, de forma aguda, um processo de fusões e aquisições e, principalmente, alianças estratégicas. A abertura dos mercados à competição, o dinamismo tecnológico, a convergência tecnológica dos segmentos de telecomunicações, de informática e de entretenimento e a eleição desse setor, por parte do mercado financeiro, como um dos preferenciais para investimento — graças à alta rentabilidade —, propiciaram ao setor significativas fusões e aquisições.
Em 1999 cerca de 20% total de fusões e aquisições — assim como o total do fluxo de comércio internacional de investimento estrangeiro direto — se realiza entre empresas de telecomunicações e indústrias convergentes. Em 1999, das 10 maiores fusões realizadas, 50% envolveram empresas do setor de telecomunicações.
Contudo, as fusões e aquisições no setor de telecomunicações — sejam elas verticais ou horizontais — são motivadas por diferentes objetivos das empresas. Enumeram alguns dos principais fatos motivadores das fusões:

a) expansão da área geográfica de atuação;
b) acesso a redes complementares;
c) aquisição de redes já implantadas em locais estratégicos;
d) obtenção de poder dominante;
e) acesso a novos serviços e/ou mercados em crescimento;
f) viabilização de novos mercados para os equipamentos do grupo.

A expansão da área geográfica de atuação beneficia as operadoras, pois, dentre outras vantagens, permite ganhos de escala com o aumento da base de clientes e a compensação da redução das margens de lucro provocada pela queda da receita por usuário nos mercados locais.
Tais operações, também viabilizam a minimização dos custos de aquisição de bens e serviços diante de fornecedores globais de equipamentos, bem como a realização de melhores acordos com provedores globais de conteúdo. Isso porque é mais conveniente fazer acordos com grandes operadores globais do que com operadores locais de menor porte.

Fonte: FUSÕES, AQUISIÇÕES E ALIANÇAS ESTRATÉGICAS: O CASO DAS REDES GLOBAIS DE TELECOMUNICAÇÕES
Luciana Carvalho*

Mateus Saurin disse...

Um bom exemplo de expansão com base em aquisições é a Nestlé. As informações a seguir foram retiradas do site http://www.mundodasmarcas.
blogspot.com
Sua história começou em 1867 quando Henri Nestlé lançou a Nestlé Farinha Láctea, um alimento nutritivo, especial para crianças, à base de cereais e leite.
Em 1905, uniu-se à Anglo-Swiss Condensed Milk Co., que desde 1866 era um importante fabricante de Leite Condensado. A partir disso começou uma expansão sem limites. Em 1929 deu-se a fusão da empresa com a Peter, Cailler, Kohler, Chocolat Suisse S.A, criando uma das maiores empresas de chocolate do mundo. No ano de 1935 a empresa lança um chocolate com crocante e Wafle, inicialmente na cidade de Londres.
A produção de Nescafé foi iniciada em 1939. Em 1947 a empresa comprou a MAGGI e toda sua linha de produtos. No ano seguinte é lançado no mercado o achocolatado Quick, que passaria a se chamar Nesquick em 1999. O coelho “Bunny”, mascote do porduto surgiu em 1973 e se tornou um dos personagens mais conhecidos do mundo.
No ano de 1963, a empresa adiquiri a Findus, entrando no mercado de comidas congeladas. A Nestlé entrou no mercado de águas minerais em 1969 com a aquisição de 30% da empresa que engarrafava a água mineral Vittel. Em 1971 compra a empresa produtora de sucos de frutas Libby’s. Dois anos depois adiquiri a marca de comidas congeladas Stouffer’s. Em 1974 torna-se a acionista maioritária da L’Oréal, a empresa francesa de cosméticos, entrando pela primeira vez para um negócio que não era do ramo alimentar. Em 1985, a empresa entrou no mercado de comida para animais com a compra da Carnation, sendo uma das maiores transações da área alimentícia da história. A aquisição da Perugina, produtora dos chocolates italianos BACI, aconteceu em 1988. No ano seguinte são lançados o COFFEE-MATE Lite e líquido. Em 1997 comprou a famoso marca de água mineral italiana San Pellegrino. No ano seguinte, pela primeira vez em sua história, a empresa associa seu nome a uma marca de água mineral, introduzindo no mercado a Nestlé PURE LIFE. Em 2000, uma grande aquisição fortaleceu ainda mais sua presença no mercado de alimentos para animais, com a compra da tradicional e respeitada marca Purina. A empresa ainda é proprietária da famosa marca de água mineral francesa Perrier (adquirida em 1992).

Segundo a consultoria britânica InterBrands, somente a marca Nestlé está avaliada em US$ 4.52 bilhões, ocupando a posição de número 62 no ranking das marcas mais valiosas do mundo.

Atualmente, espalhada por todos os cantos do mundo, a Nestlé consolida a sua presença em 81 países, dispondo de cerca de 500 fábricas com uma enorme gama de produtos.

Mateus Saurin

Unknown disse...

Um exemplo é caso a amazon.

Texto retirado do site "http://www.mundodasmarcas.blogspot.com/2006/05/amazon-livros-dot-com.html"

A empresa começou a florescer em 1994 quando Jeff Bezos, um jovem vice-presidente de um fundo de investimento em Wall Street, abandonou seu valioso emprego para trilhar seu caminho na ainda desconhecida rede mundial de computadores, que na época crescia cerca de 2.300% ao ano. A idéia era audaciosa, vender livros on-line. A decisão de vender livros surgiu após uma pesquisa que os mostrou no segundo lugar de uma lista dos produtos que poderiam ser comercializados na internet. A música, primeira opção, foi eliminada, pois apenas seis grandes empresas fonográficas controlavam a distribuição. Mudou-se para Seattle. Foram necessários três meses para levantar US$ 1 milhão com 20 amigos. Instalou-se com a mulher em uma casa em Bellevue, subúrbio de Seattle. A garagem virou celeiro de softwares. Quase um ano depois, em julho de 1995, o site foi finalmente lançado, sem publicidade alguma, tornando-se o lugar número 1 para se comprar livros na Internet, começando a trilhar sua história de sucesso. Planejou originalmente chamá-la de CADABRA, mas logo percebeu que soaria como “cadáver”. O nome para o novo negócio não foi escolhido ao acaso. Bezos queria um nome que começasse com a letra A, para que seu site aparecesse no início das listagens de páginas disponíveis na rede. Amazon é o nome em inglês do Rio Amazonas. Ele estava muito entusiasmado com o fato de haver um rio dez vezes maior que o segundo maior rio. Não é só vasto, mas é muito maior que o concorrente mais próximo. Desde o primeiro dia descrevia-se audaciosamente como “a maior livraria da Terra”, oferecendo um catálogo de um milhão de títulos. A página inicial tinha o aspecto espartano dos primórdios da Internet - texto, alguns links, um único gráfico (a letra A estilizada). Em seu primeiro mês de atividade, despachou livros para 45 países e todos os 50 Estados americanos. Apesar de sua clientela inicial ser composta por pioneiros da Internet, o produto mais vendido em 1996 ainda era um livro sobre como construir páginas na Internet.

Segundo a consultoria britânica Interbrands, somente a marca AMAZON está avaliada em US$ 4.70 bilhões, ocupando a posição de número 65 no ranking das marcas mais valiosas do mundo, além de ocupar a posição de número 15 no ranking das marca mais influentes do mundo.

A AMAZON vende mais de 18 milhões de produtos para 160 países ao redor do mundo, tendo 49 milhões de clientes e um faturamento de US$ 6.92 bilhões. A empresa tem seis páginas internacionais: além da AMAZON.COM nos Estados Unidos, existe a AMAZON.CO.UK na Inglaterra e AMAZON.DE na Alemanha lançadas em 1998; AMAZON.JP no Japão e AMAZON.FR na França lançadas em 2000; AMAZON.CA no Canadá lançada em 2002 e JOYO.COM na China lançada em 2004.

Anônimo disse...

Vai aí as estratégias que o Habib's usou para ter o grande sucesso que está tendo ao longo de 17 anos de história:

A política Habib´s de relacionamento com seus clientes e adequada ao bolso do brasileiro, trouxe nesses 17 anos um reconhecido sucesso junto ao consumidor brasileiro. A empresa apresenta números respeitáveis como 120 milhões de consumidores/ano, além de um patrimônio de 14 mil funcionários diretos, responsáveis por toda a operacionalização da marca e parte essencial do sucesso Habib’s.
O índice de crescimento traduz os investimentos realizados nas 9 centrais de manipulação e distribuição dos itens do cardápio, distribuídas nas principais regiões do país. E ainda, Padaria industrial (Arabian Bread), Sorvetes (Ice Lip’s e Portofino), Laticínios (Promilat), Contact Center (VOXLINE), Propaganda e Marketing (PPM), Engenharia e Projetos (Vector 7), Franquia (Franconsult), Consultoria Imobiliária
(Planej) e numa estrutura de apoio às lojas, composta pelos departamentos de recursos humanos, controle de qualidade, controle operacional, implantação de lojas, planejamento mercadológico e sistemas, captação de pontos, franquia e comunicação corporativa.
Esse crescimento só foi possível diante das inovações propostas pela rede e bem aceitas pelo consumidor. “Não basta atender o cliente com eficiência e sim surpreendê-lo sempre”, coloca Alberto Saraiva, presidente-fundador do Habib’s.
Com essa filosofia o Habib´s lançou novos produtos e diferenciadas práticas no segmento fast food, sendo o primeiro a lançar um serviço de entregas em 28 minutos ou o cliente não paga pelo pedido. Mantém um serviço de relacionamento com o cliente denominado “Alô Tia Eda” estreitando o contato com o consumidor.
É prática da rede a política de parcerias com empresas de entretenimento reconhecidas mundialmente como a Warner Bros em Guerras nas estrelas, ITC Licensing e o personagem Snoopy e mais recentemente a Fox com o personagem Garfield.

No site abaixo, segue a história do Habib's ano a ano
http://www.habibs.com.br/historico/m_main.htm

Unknown disse...

Gerdau segue com expansão e compra empresa venezuelana

Grupo adquiriu Sizuca, por US$ 92,5 milhões; é o 4º acordo internacional em 2007

Reuters

SÃO PAULO - O Grupo Gerdau continua firme em sua estratégia de expansão no exterior e assinou nesta segunda-feira contrato para a compra da produtora venezuelana de vergalhões Sizuca, por US$ 92,5 milhões. É o quarto acordo internacional anunciado este ano.

"A aquisição faz parte da estratégia de crescimento do Grupo Gerdau nas Américas, garantindo sua presença em um país que vem apresentando importante crescimento econômico", disse a Gerdau em comunicado.

Na semana passada, a siderúrgica anunciou que a Pacific Coast Steel, joint venture de sua subsidiária na América do Norte, fechou acordo para compra dos ativos da Valley Placers, empresa de entrega e montagem de produtos de aço de Las Vegas, nos Estados Unidos. Os termos financeiros não foram revelados.

Em maio, a companhia fechou um aliança estratégica com a empresa dominicana Industriais Nacionales, C. por A. (Inca), por US$ 42 milhões e no fim de março anunciou a compra do Grupo Feld, controlador da produtora mexicana de vergalhões e perfis Tultitlán, por US$ 259 milhões.

Segundo analistas, a estratégia da Gerdau faz parte da tentativa da empresa de fazer frente à gigante Arcelor Mittal na disputa pela consolidação regional.

O UBS Pactual elevou na última quarta-feira o preço-alvo dos papéis da Gerdau, citando lucro acima do esperado no primeiro trimestre e previsão de bom resultado no segundo, mas também disse que vê "o desempenho financeiro sustentado por um intenso, mas prudente apetite por aquisições".

A Sizuca, Siderúrgica Zuliana, com sede em Ciudad Ojeda, tem capacidade de produção de 300 mil toneladas de aço bruto e 200 mil toneladas de laminados por ano. Já a Tultitlán tem capacidade instalada anual de 350 mil toneladas de aço e 330 mil toneladas de laminados, voltada principalmente para o mercado interno.

A brasileira Gerdau, que no início do mês recebeu nota de grau de investimento pela agência de classificação de risco Standard & Poor´s, está presente no Canadá, Estados Unidos, Espanha, Colômbia, Peru, Chile, Argentina e Uruguai, México e Venezuela. Em 2006, o grupo produziu 15,6 milhões de toneladas e teve receita líquida de 23,5 bilhões de reais.

http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/
noticias/2007/jun/18/410.htm

teste disse...

Exemplo clássico é do google.... eles estão comprando tudo!!!

Google compra empresa brasileira e cria unidade local...

A empresa de buscas on-line Google comprou a Akwan Information Technologies, sediada no Brasil. O objetivo da gigante é ter um centro de pesquisa e desenvolvimento local, para aumentar sua atuação na região em termos de engenharia e recrutamento de funcionários. As companhias não divulgam o valor da compra.
A Akwan é uma empresa também de buscas criada por um grupo de professores da Universidade Federal de Minas Gerais. O grupo oferece serviços para usuários finais e empresas no site www.todobr.com.br, que agora ganhou visual e estrutura do www.google.com.br.
http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u18705.shtml

Google compra empresa de software antivírus...

O Google está ingressando também no mercado de antivírus. A companhia arrematou dessa vez a GreenBorder Technologies, poucos dias depois de anunciar que pretende utilizar sua infra-estrutura de data center para investigar e identificar quais sites listados por seu sistema de pesquisa contêm malware
http://idgnow.uol.com.br/mercado/2007/05/29/idgnoticia.2007-05-29.5264798489

Rafael Bertagnolli disse...

A Gol - Linhas Aéreas Inteligentes comprou a nova Varig por US$ 320 milhões, ou R$ 660 milhões em março. Com o negócio, o mais importante fechado no mercado brasileiro de aviação, a Gol ganha mercado e ameaça a liderança da TAM.

No mercado interno, o maior interesse da Gol é a presença da concorrente no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A Varig é a companhia com maior número de slots (vagas para pousos e decolagens) neste aeroporto, considerado o mais rentável do país. A companhia, no entanto, terá que negociar para manter esses espaços.

No mercado internacional, a Gol encurtou bastante o caminho para a liderança de mercado com a compra da Varig. Isso porque, embora a Varig não use, ela ainda detém os direitos da maioria das rotas em que atuava.

Fonte: G1, 28/03/2007. Gol compra Varig por US$ 320 milhões.

Oscar disse...

A empresa Vulcabras comprou empresa argentina de calçados por meio de subsidiária

A Vulcabras informou que sua subsidiária integral indireta VDA Calzados y Artículos Deportivos, com sede na cidade de Buenos Aires, adquiriu a totalidade das ações de emissão de Indular Manufacturas, indústria argentina de calçados esportivos e de segurança. A empresa não revelou o valor do negócio.

Em fato relevante à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Vulcabras afirma que "o mercado argentino tem se mostrado vigoroso, com crescimentos expressivos. No primeiro semestre deste ano, nosso faturamento naquele país registrou uma expansão de 45% em pesos sobre o primeiro semestre do ano passado, e de 34% quando expresso em reais".

A aquisição, segundo o comunicado, é um movimento no sentido de diversificação da localização das unidades produtivas da empresa, de modo a reduzir a dependência do real como moeda determinante na competitividade industrial.

Anônimo disse...

A Gol comprou a nova Varig por US$ 320 milhões, ou R$ 660 milhões nesta quarta-feira (28). Com o negócio, o mais importante fechado no mercado brasileiro de aviação, a Gol ganha mercado e ameaça a liderança da TAM.

A compra, anunciada por meio de um comunicado, ainda depende da aprovação da Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - juntas, Gol e TAM concentrarão 92% do mercado interno. A chilena LAN, que já havia feito um empréstimo de US$ 17,1 milhões para a Varig, também estava na disputa.

Em fevereiro, analistas já previam que a Gol poderia alcançar a TAM antes do final do ano. Com a compra da Varig, esta perspectiva fica ainda mais próxima. A Gol é hoje a segunda colocada no ranking das companhias aéreas brasileiras em número de passageiros transportados. Em fevereiro, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a empresa ficou com pouco mais de 40% do mercado, enquanto a TAM transportou 47,33% dos passageiros dentro do país. Somada à participação da Varig, de 4,57%, a Gol teria agora 44,57% do mercado.

Ainda no mercado interno, o maior interesse da Gol é a presença da concorrente no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. A Varig é a companhia com maior número de slots (vagas para pousos e decolagens) neste aeroporto, considerado o mais rentável do país. A companhia, no entanto, terá que negociar para manter esses espaços. A Anac quer redistribuir os slots, o que só não foi feito até agora por conta de uma liminar da Justiça do Rio de Janeiro.

No mercado internacional, a Gol encurtou bastante o caminho para a liderança de mercado com a compra da Varig. Isso porque, embora a Varig não use, ela ainda detém os direitos da maioria das rotas em que atuava. "Se a compra acontecer, a Gol terá todo esse mercado reservado da Varig", afirma Rogério Camilo, analista de transporte aéreo da Lafis Consultoria. "O crescimento da Gol hoje está restrito à sua capacidade de expansão. Com a compra, esse problema está resolvido", completa.



Nos vôos internacionais, a dianteira da TAM é maior: 61% de participação, ante 18,94% da Gol. A Varig tem hoje 11,82%, o que leva a Gol a 30,76%.

Fonte G1
http://g1.globo.com/Noticias/Negocios/0,,MUL15312-5600,00.html

Juliano Lopes disse...

Vou colocar um breve comentário sobre a VeriSign, empresa fornecedora de serviços de telecomunicações:

SÃO PAULO — 1 de fevereiro de 2005 — Frost & Sullivan reconhece a VeriSign com o prêmio “Empresa do Ano” em 2005, como Fornecedora de Serviços de Telecomunicações no banquete de premiação chamado Excelência em Tecnologia da Informação e Comunicação. A VeriSign recebe o prêmio por seu desempenho e liderança na criação e marketing de suas ofertas terceirizadas - rede, base de dados, billing, e serviços de conteúdo para assinantes Wireless ou Wireline – para a indústria de telecomunicações.

A VeriSign é a única empresa no mercado atual que pode gerenciar, com eficiência, a integração de redes, protocolos, conteúdos e serviços de suporte, que estejam de acordo com as exigências. Através da VeriSign Communication Services (VCS), a VeriSign posicionou-se bem para fornecer uma plataforma única capaz de reduzir custos de operadoras de telecomunicações e fornecer a elas soluções de complexidade de gerenciamento.

“É evidente que ampliar os atuais sistemas distintos com uma infraestrutura inteligente e escalável é necessário para que os fornecedores de serviços de telecomunicações alcancem um próximo nível de crescimento e funcionalidade”, afirma o Gerente da Indústria de Serviços de Telecomunicações da Frost & Sullivan, Reggie Helton. “O reconhecimento desta necessidade e a implantação da tecnologia correta, permitiu que a VeriSign cumprisse as exigências dos clientes.”

A empresa opera uma das maiores redes de sinais de telecomunicações (SS7) do mundo, permitindo serviços como roaming de celulares, mensagens de texto, identificador de chamadas, e mensagens multimídia. A experiência na utilização do Domain Name System (DNS) na Internet, combinada com os serviços de segurança e pagamento, faz com que a empresa forneça uma oferta de serviços completa e fácil de implementar.

Mediante novas estratégias de marketing de integração de serviços, expansão do portfólio de produtos e novas aquisições, a VCS ampliou seu mercado mundial nos últimos três anos. Em junho de 2004, a VeriSign adquiriu o Jamba!, a maior empresa de mediação de conteúdo sem fio da Europa, com mais de oito milhões de assinantes ativos registrados. Em 2005, a VeriSign planeja utilizar o Jamba! para auxiliar as operadoras na capitalização das grandes exigências dos clientes para conteúdos móveis.

Enquanto muitas empresas de comunicação tiveram receitas reduzidas durante este período, a VeriSign desafiou a concorrência, até em áreas de grande crescimento do mercado, tais como dados Wireless, implementando uma campanha agressiva para capturar market share, resultando em receita específica de serviços adicionais.

“2004 foi um grande ano para a VeriSign e este prêmio consolida ainda mais nosso compromisso e estratégia para os fornecedores de telecomunicações”, disse Vernon Irvin, Vice-Presidente Executivo e Gerente Geral da área de Serviços de Comunicações da VeriSign. “Nós acreditamos que nossos serviços Inteligentes de Comunicação, Comércio e ConteúdoSM estão provendo grande valor e oportunidades de crescimento aos clientes”.

Hoje, a VeriSign é a maior plataforma de conteúdo móvel independente do mundo com relacionamento com mais de 14 Operadoras tier-one em 10 países, servindo mais de 28 milhões de conteúdo de transações de billing por trimestre. A empresa opera a maior base de dados independente dos EUA com mais de 40 milhões de nomes e possui acordos recíprocos com empresas operacionais Bell regionais e a maioria das bases de dados da América do Norte. Ao assinar o serviço da VeriSign, as empresas podem oferecer Identificadores de chamada avançados, um serviço qualificado, de ponta, freqüentemente, sem a necessidade da instalação de outra infraestrutura ou aumento de carga de trabalho administrativo. A VeriSign anunciou recentemente o serviço inter-operadoras Inter-Carrier Multimedia Messaging Service, que permite conversas entre um GSM e um CDMA, e entre operadoras, para permitir que os assinantes enviem mensagens de mídias em aparelhos móveis. Este serviço resolve muitos dos problemas de interoperabilidade MMS entre as redes.

Unknown disse...

Farei um comentário sobre a PPG, empresa no ramo de tintas e produtos químicos que adota a política de expansão do mercado:

PPG adquire divisão da gaúcha Tintas Renner

A americana PPG Industries adquiriu os negócios de tintas arquitetônicas e industrias da Renner Sayerlack S.A., incluindo a unidade de Gravataí (RS), visando expandir seus negócios na América Latina. O valor da transação não foi divulgado. "A Renner é uma empresa sólida, e uma marca de tintas arquitetônicas muito reconhecida no Brasil, Chile e Uruguai," diz em nota Charles E. Bunch, principal executivo e CEO (chief executive officer) da PPG.

"Esta aquisição fortalecerá nossa habilidade em crescer nos negócios de tintas arquitetônicas e industriais em toda a região. Além disso, ela se encaixa perfeitamente em nossa estratégia de crescer com lucratividade no negócio de tintas e continuar a expandir nossa presença em regiões emergentes."

A Renner Sayerlack foi formada em 2001 pela fusão de Tintas Renner e Sayerlack Indústria Brasileira de Vernizes. A empresa atua nos segmentos de tintas arquitetônicas, industriais, madeiras, e alto desempenho/marítimas.

"Nós estamos satisfeitos em completar esta transação com a PPG", diz em nota Thomas Herrmann, presidente da Renner Sayerlack. "Como um líder global na indústria de tintas, a PPG tem os recursos e o compromisso para conduzir o negócio de tintas arquitetônicas na região para o próximo nível. Adicionalmente, este acordo permitirá à Renner dar foco às tintas para madeira e de alto desempenho."

Com sede em Pittsburgh, a PPG é um fornecedor global de tintas, produtos químicos, produtos ópticos, vidro e fibra de vidro. A empresa emprega mais de 31.000 pessoas e possui 110 plantas industriais e afiliadas em mais de 20 países. As vendas em 2005 foram de US$ 10,2 bilhões. Site: visite www.ppg.com.

Unknown disse...

Encontrei um exemplo da Lupatech. Industria de válvulas industriais no setor de petróleo e gás. A Lupatech pretende alcançar, até 2007, um faturamento anual de US$ 100 milhões. É o que revela o presidente da empresa, Nestor Perini, em entrevista exclusiva ao Portal Capital de Risco Brasil. O bom desempenho, que representaria um crescimento de 100% em relação ao faturamento de US$ 50 milhões estimado para 2004, viabilizaria a futura abertura de capital na bolsa de valores, ação prevista para daqui a três anos.

Líder nacional em válvulas industriais no setor de petróleo e gás, a Lupatech possui uma longa relação com a FINEP, da qual é parceira desde 1993. Nestes 10 anos, a Financiadora apoiou três projetos da empresa, em um total de aproximadamente R$ 6 milhões. Além disso, a Lupatech participou, em novembro de 2002, do 7º Fórum Brasil Capital de Risco – fase II, evento promovido pela FINEP no qual empresários têm a oportunidade de expor planos de negócios e estratégias de inovação tecnológica a capitalistas de risco. A fase II do Fórum Brasil é restrita a empresas já consolidadas no mercado, que buscam negociar participação acionária com grandes investidores ou abrir capital no Novo Mercado da Bovespa. "Estar no evento ampliou a visibilidade da Companhia, o que certamente trará benefícios em um futuro processo de abertura de capital", afirma Nestor. O presidente da Lupatech destaca ainda a vitória no Prêmio FINEP de Inovação Tecnológica em 1999. " O fato marcou definitivamente a imagem da empresa como criadora e inovadora tecnológica, o que repercutiu positivamente também no exterior", conclui.

O inovador modelo de gestão da Lupatech chamou a atenção de Vittoria Cerbino, economista da FINEP que produziu uma monografia sobre a empresa. "Não há medo de crescer, de arriscar, de firmar alianças estratégicas com investidores e institutos de pesquisa", explica Vittoria. O estudo, intitulado "Análise do processo de crescimento. O caso da Lupatech", foi um dos pré-requisitos para a conclusão do curso de MBA Executivo no Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação em Administração da Universidade Federal do Rio de Janeiro - Coppead.