quarta-feira, 26 de março de 2008

Turma 2008 - Primeiro Post - A Administração na vida do Engenheiro Eletricista

Pessoal,

Vocês devem lembrar que na primeira aula, comentei sobre a transição pela qual normalmente o Engenheiro passa ao ingressar no mundo corporativo, à medida que, com o passar do tempo, deixa de exercer funções meramente técnicas e passa a preencher sua rotina com funções gerenciais.

Pois bem, gostaria que cada um trouxesse pequenos exemplos de cases "gerenciais" de empresas que tenham relação com o Engenheiro Eletricista e postasse o mesmo com um pequeno comentário pessoal a respeito da ferramenta ou técnica gerencial envolvida.

Exemplos hipotéticos: Implementação do Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard na WEG, Implementação de Lean Production na Siemens, Gestão da Qualidade Total na AES Sul, entre outros.

37 comentários:

Unknown disse...

Foi difícil encontrar informações sobre o assunto proposto, porém buscando "cases" gerencias envolvendo Eng. Eletricista encontrei uma reportagem muito recente do Diário Catarinense datada de 27 de março de 2008. Em resumo, trata-se da caminhada de um Eng. Eletricista formado na UFSC. Vejam parte da reportagem abaixo:
"Entrei no curso de Engenharia Elétrica da UFSC em 1973 e, no início, pensava que iria trabalhar no campo convencional em redes aéreas, subestações e geração hidráulica. Quando ainda estava na faculdade, dava aulas de Física e ingressei como estagiário nas Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Assim que me formei fui efetivado e construí minha carreira dentro da empresa.

Como engenheiro eletricista, trabalho no setor de planejamento e projeto. Acredito que todo profissional deva abraçar uma especialização dentro da engenharia, ter um foco, mas sem deixar de lado o guarda-chuva de conhecimento que a área oferece. Se possível, deve-se conhecer um pouco de todas as engenharias, mas procurar ser especialista em alguma coisa.

Ao mesmo tempo, o profissional de planejamento e aplicação da energia elétrica tem condições de assumir cargos gerenciais com uma visão técnica. Eu, por exemplo, já fui chefe de setor, divisão, departamento, diretor de distribuição e presidente interino, entre outros. Agora, sou o administrador regional da Celesc na Grande Florianópolis.

Levei os lados técnico e administrativo em paralelo e virei consultor da empresa. Dou a filosofia do projeto e depois discuto com os engenheiros novos, que estão chegando à Celesc. Isso é importante porque acontece a transferência de conhecimento. Nós, consultores, temos a experiência, enquanto os engenheiros que saem das universidades vêm com os conhecimentos em informática, muito importantes atualmente."
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Portanto pessoal, vale ressaltar que ferramentas de gerenciamento, de qualidade, planejamento estratégio, entre outras são de extrema importância para o sucesso de um "chefe/líder" de uma equipe de profissionais nas diversas áreas. Observem, que o autor ressalta a necessidade de que o engenheiro tenha conhecimento em diversas áreas afins para que seja bem sucedido no gerenciamento de projetos, pessoas, etc. Além de que cada um nao deve esquecer de se especializar em um determinado assunto. Atualizar-se com novos cursos, novas técnicas de gerenciamento, planejamentos estratégicos (Ex. Matriz FOFA) e ferramentas de qualidade (Ex. Método 5s, Diagrama de Pareto, Diagramas de Causa e Efeito, Diagrama de Ishikawa, entre outras).
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Aproveitando o "post", outro texto que li sobre a formação de um "verdadeiro" engenheiro, fala que durante o período de 5 anos (ou mais) passados na faculdade de engenheria, os alunos são submetidos aos rigores de engenheiros que não atuam, profissionalmente como engenheiros e sim como professores, e que, portanto, não têm vivência da atividade profissional no mercado atual,e não têm a ciência ou a consciência das relações comerciais que vão definir o sucesso ou o fracasso dos profissionais que eles estão formando. Esta é uma das razões pelas quais as organizações de engenharia são quase sempre extremamente burocráticas e conservadoras. E que para este quadro mude, é necessário que exista uma nova visão dentro dos cursos de engenharia,que leve em consideração todo o relacionamento social dos estudantes entre si e com os seus professores. É importante que, aos estudantes, seja transmitida uma visão mais clara das relações comerciais que eles enfrentarão na vida profissional, seja na condição de profissionais autônomos, empresários ou empregados em alguma empresa.
Parte das palavras ditas acima foram escritas pelo Eng. Ênio Padilha (www.eniopadilha.com.br)

Edinei Santin disse...

O exemplo de gerenciamento que compartilho com vcs foi obtido do setor de "Desenvolvimento de Tecnologia" da empresa "Freescale Semiconductor". Para os desinformados, esta empresa atua no projeto e na fabricação de "chips" dedicados para a indústria automotiva, de redes de computadores, redes sem fio e telecomunicações. Ela está entre as 10 maiores empresas mundiais no segmento e possui, no Brasil, um centro de projetos em Campinas/SP.

Resumidamente, o exemplo trata da implantação do sistema de gerenciamento "Primavera" como forma de fornecer informações exatas, atualizadas e fáceis de acessar a todos os "stakeholders". Antes da implementação desse sistema "centralizado", a empresa contava com vários sistemas (ex. SAP, Seibel, LaborLogix, etc) utilizados em áreas específicas dentro da mesma. Com esta integração, através do sistema Primavera, a empresa predente melhorar os processos de gestão dos projetos, reduzir tarefas redundantes e proporcionar uma fonte única de informação. Como resultados espera-se melhorias no gerenciamento de recursos, na repercussão de tomadas de decisão, melhores respostas às demandas dos clientes e maiores margens de lucro em um mercado altamente competitivo.

A máteria na íntegra pode ser lida no sítio eletrônico abaixo, e intitula-se: "Freescale Semiconductor e Primareva - Uma Fonte Única de Verdade."
http://www.primavera.com/files/customers/Freescale.pdf

Para quem estiver interessado em mais detalhes, os sítios abaixo são indicados:
www.primavera.com
www.sap.com
www.oracle.com/siebel
www.laborlogix.com

Unknown disse...

Jeong H. Kim, Ph.D. é Sul-coreano, e, aos 14 emigrou para os Estados Unidos. Trabalhava em uma loja de conveniências a noite para sustentar-se . Enquanto terminava os estudos fundamentais. Logo ingressou no curso de engenharia elétrica na Johns Hopkins University em Baltimore com auxílio de uma bolsa de estudos. Excitado com a revolução digital começou a trabalhar em uma empresa chamada Digitus, onde logo se tornou sócio. Largou a empresa para ingressar na marinha Americana. Lá assistia diversas empresas emergindo com a revolução digital, inclusive a Digitus. Durante este período ele também obteve um mestrado em Gestão Técnica. Largou a marinha e depois de apenas dois anos de estudo, ele recebeu seu doutorado e Ph.D.
Em 1992, Dr. Kim iniciou sua própria firma, Yurie Systems, com seus próprios fundos adquiridos na Marinha. " Sempre gostei de trabalhar diretamente em desenvolvimento técnico de projetos, mas percebi que apenas a liderança e gestão de um grupo poderiam fazer minhas pesquisas beneficiarem-se com o mercado. "
Kim aplicou uma política que girava em torno de um líder capaz de integrar a equipe com foco em cada pessoa. Ele procurava que as pessoas estabelecessem metas por si mesmas e as auxiliava a alcançá-las. Estas metas geralmente estavam interligadas e fortaleciam o grupo como um todo. E assim ele liderou o desenvolvimento de um modo de transmissão assíncrona para dispositivos sem fios. Esta tecnologia hoje é responsável pela integração de todos os serviços digitais em apenas uma rede, provendo a terceira geração das Telecomunicações. A empresa foi extremamente bem sucedida, e, em 1998, a Lucent pagou mais de um bilhão de dólares para adquiri - lá. Jeong Kim hoje é presidente da Bell Labs na Alcatel-Lucent.
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Não há dúvidas que todos estão a procura do sucesso profissional, o engenheiro eletricista que alcançar o seu, provavelmente venha a ocupar cargos de liderança. Na forma de líder este poderá traçar o caminho para outros buscarem propósitos, trazendo crescimento geral. Acho que trabalhar o desenvolvimento impulsionado pela própria pessoa seja a forma mais eficiente. Cada pessoa tem características diferentes a serem descobertas, e a generalização de um processo ou forma de trabalho nunca atinge o grupo como um todo. Acredito também que dentre os profissionais liberais, o engenheiro tem um dos perfis mais adequados para liderança, pois o trabalho em equipe e troca de grande volume de informações rapidamente vem desde os primórdios da formação. A maioria das informações desta case foi retirada do site : http://www.caseplace.org/ .

Cesar Augusto Gabe

Juliana Maia disse...

Achei uma reportagem que fala sobre a mudança no mercado de trabalho na engenharia elétrica. O mercado de trabalho agora está voltado para o profissional autônomo e tem aumentado suas áreas de atuação. O engenheiro deve não apenas saber lidar com números, mas desenvolver a versatilidade. As áreas vão de informática e eletrônica a telecomunicações e satélites.
"De acordo com a avaliação do MEC, o curso de engenharia elétrica da UFJF obteve conceito C. Luiz Carlos Tonelli, diretor da faculdade, ressalta que começarão agora os estudos para a avaliação do currículo, que deve sofrer alterações em função da nova Lei Federal de Diretrizes e Bases. São 14 laboratórios que desenvolvem projetos de extensão para Juiz de Fora e região, como o trabalho feito pelo PET, Programa Especial de Treinamento. O PET é aprovado pela CAPES, órgão do Ministério da Educação que dá apoio aos projetos de pesquisa e iniciação científica com alunos de graduação. O professor tutor, Francisco José Gomes, orienta os alunos em seus projetos que vão da eletrônica à informática.

Para Tonelli, o maior empregador de engenheiros é o governo. “Porque é ele que realiza grandes empreendimentos. Mas este mercado está fechado, diminuído pela política econômica atual.” Hoje o empreendedorismo que está abrindo novas portas no mercado, “é hora do profissional montar seu próprio negócio”. O diretor sugere o desenvolvimento de softwares para engenharia e consultorias técnicas como exemplos de novas oportunidades."

Unknown disse...

Não que eu seja muito fã de política, mas achei um caso de "sucesso" de um engenheiro eletricista que passou por vários setores até chegar onde está,ou seja, enchendo os bolso com o nosso dinheirinho...

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Delcídio do Amaral Gómez, fez o curso de engenheiro eletricista e diplomou-se em 1978.
Dentre as funções e setores onde atuou podemos citar:

Ministro de Estado, Ministério de Minas e Energia (MME) – setembro de 1994 a janeiro de 1995.

Presidente do Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) – 1994.

Eleito, por unanimidade, em 14/02/2005, Líder do PT no Senado Federal
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http://www.delcidio.com.br/biografia.htm

Unknown disse...

Encontrei um engenheiro eletricista que trabalha no setor administrativo de uma empresa chamada Vaperma.

A Vaperma é uma empresa emergente voltada ao desenvolvimento, fabricação e suprimento de sistemas avançados de separação de gás.
Na última década, a separação de gás por meio de membrana tornou-se uma tecnologia industrial comprovada de separação de misturas gasosas. Na indústria química, os sistemas de membrana já substituem, em algumas aplicações, processos intensivos em energia e processos convencionais de destilação e absorção de gás por meio de solventes.
A tecnologia inovadora de membrana polimérica patenteada pela Vaperma possibilita combinar a resistência aos solventes e às altas temperaturas na fabricação de uma fibra oca resistente que pode ser utilizada em novas aplicações industriais.
Os sistemas avançados de separação de gás da Vaperma objetivam principalmente a desidratação, secagem ou purificação de matérias-primas e combustíveis em mercados existentes industriais e de energia, incluindo aplicações de processamento de gás natural e etanol. Podem ser utilizados em aplicações como a produção de etanol grau combustível, a desidratação e a remoção de CO2 do gás natural e a recuperação de metano a partir de biogás.
A membrana polimérica de fibra oca patenteada pela Vaperma constitui uma solução econômica e ecológica que permite aos clientes obter produtos químicos de alta pureza, mantendo seu compromisso com um meio ambiente sustentável.
A estratégia de crescimento da Vaperma reside na melhoria contínua das tecnologias de separação de modo a atender às mais diversas necessidades dos clientes.


Este engenheiro se chama Normand Bernier, Vice-Presidente de Gestão de Projetos:

O Eng° Normand Bernier tem mais de 25 anos de experiência em alta gerência em engenharia e construção, gestão de projetos em larga-escala e relacionamento com clientes nas indústrias metalúrgica, química e de energia nuclear. Suas principais áreas de especialização incluem instrumentação e controle de processos, engenharia elétrica, desenvolvimento de sistemas especialistas e MIS e projeto e gestão de redes de telecomunicações. Foi diretor de manufatura da Syntell, onde colaborou no desenvolvimento e implementação de mais de 30 aplicações de processo de tomada de decisão em várias áreas de interesse para a indústria. Foi Vice-Presidente da Consultants VFP Inc, empresa de consultoria em engenharia do Quebec.

Ele é Bacharel em Engenharia Elétrica pela Universidade de Laval, Quebec, e Mestre em Robótica pela Université du Québec à Chicoutimi (UQAC).

Unknown disse...

Bom, encontrei algo sobre o Sr Renato Volponi Lício, que graduou em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio e Janeiro,fez mestrado em Engenharia de Sistemas pela COPPE, especialização em "Otimização de Sistemas de Grande Porte" e Pós-Graduação em Finanças de Mercado pelo IBMEC.
Depois de tanto estudo, trabalhou durante 20 anos na empresa Furnas Centrais Elétricas, na área de Comercialização de
Energia, transferindo-se para a ASMAE (atual Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE), onde coordenou as áreas
de Precificação e de Regras de Mercado. Atualmente, é diretor de Comercialização e Risco da Enertrade, comercializadora do
Grupo Energias do Brasil. Foi coordenador do Grupo Técnico e diretor-técnico da Abraceel. Eleito e empossado em 03 de fevereiro de 2005 para mandato de dois anos como conselheiro vice-presidente da Abraceel. Em 02 de fevereiro de 2007 foi eleito presidente do Conselho de Administração, com mandato de dois anos.

Empresas que trabalham na área de engenharia tendem a apresentar um engenheiro na gerência, isso porque, ele conhece bem cada processo da fabricação dos produtos, além de ter um bom desenvolvimento intelectual, resultante da sua formação
acadêmica caracterizada por grande volume e complexidade de informações.
Neste caso, o engenheiro Volponi sabia bem de onde a energia vinha, e isso foi importante antes de pensar para onde e em que condições ela seria transportada.

Raffael Engleitner

Unknown disse...

O caso que encontrei foi retirado da revista "VocêS/a" edição 116 de fevereiro de 2008, Editora Abril.
O título da reportagem em que escolhi é: "Jeitão de presidente - Este ano o programa CEO do Futuro escolheu sete profissionais com potencial para chegar à presidência de uma empresa. Veja também como está o mercado em que eles atuam."

Curiosamente dos 7 profissionais citados pela reportagem 4 são Engenheiros, entre mecânicos, Eng da computação, Eng de produção e Eng eletricista.

Rodrigo Shimizu tem 30 anos e é formado em Engenharia Elétrica na Universidade de São Paulo - USP. Atualmente ele é Gerente de divisão de marketing da Vivo.
Aos 14 anos de idade Rodrigo Shimizu e sua família foram morar em Londres. Rodrigo diz que a experiência de ter ido morar em um país diferente foi muito importante e o ensinou a lidar com situações novas e tomar suas decisões. Rodrigo também teve a oportunidade de trabalhar em uma consultoria de estratégia, a Roland Berger. Shimiuzu esta hoje a 4 anos na área de marketing da Vivo e já foi promovido 3 vezes nesse período.
Na mesma reportagem Daniela Dall'Acqua, consultora da Korn/Ferry descreve Rodrigo como "...com estilo de liderança alto e aberto a novas idéias. Também é criativo e tem uma motivação de carreira fundamental para o setor: quer crescer verticalmente, mas valoriza o movimento lateral".

Bom este com certeza é um grande caso de sucesso de um Engenheiro em cargos de gerencia. Sem duvida um cargo desse porte numa empresa como a Vivo deve-se a méritos e esforços, que nesse caso foram confiados pela própria empresa a um Engenheiro. Não sei especificamente que ferramentas ou técnicas gerenciais foram ou são aplicadas pelo Eng. Rodrigo Shimizu, porém acredito sim que ele obteve tamanho sucesso devido a sua alta capacidade de liberdade de pensamentos. Este fato acredito que possibilitou a ele ter esse perfil de liderança, arriscar e estar aberto a novas idéias como Daniella Dall’Acqua assim descreve Rodrigo. A liberdade de pensamento possibilita a quebra de tradicionais paradigmas e dessa forma inicia o processo de criatividade e exploração de novas idéias. Eu acredito que essas características, que devem ser desenvolvidas em todos os bons Engenheiros, possibilitaram o sucesso e consolidação do Eng. Rodrigo Shimizu e sua carreira nessa empresa.


Cassio Espindola Antunes

Anônimo disse...

Pois é, não achei nada que pudesse colocar aqui no blog, mas observei que, em ofertas de emprego na area administrativa de empresas, na maioria delas, são aceitos engenheiros para a seleção, isto pode ser um indicativo da capacidade desses profissionais de desenvolver estas funções...

Fernando

Alexandre Werner disse...

Alexandre
Não é bem assim de encontrar informações relacionadas sobre esse assunto, mas vou citar um exemplo que pude meio que presenciar e fica em nossa volta.
Tive um amigo que começou que começou como estagiário (preenchendo papéis)para tirar alguns trocados na empresa ALL(America Latina Logistica),em seus horários vagos da universidade.Como estava desenvolvendo bem os encargos a ele cedidos, conseguiu realizar seu estagio final de engenharia na empresa. Foi mandado para como se diz "o fim do mundo", mas como foi persistente nem chegou a concluir seu estagio e ja estava contratado. Mas continuando a comer a pão que o diabo amassou. Vendo que o rapaz é um cara com objetivos começou a subir de cargos, passando a ser analista e a cargos assima.

Então vale ressltar que o administrador não começa ja sua carreira no topo, ele normalmente passa por quase todos os estagios da empresa, assim adquirindo um bom conhecimento sobre a mesma para depois de ter todo esse conhecimento passar a adimnistrá-la.

Rodrigo Domingues disse...

Em 2001 quando me formei no curso Técnico de Eletromecânica, e fui trabalhar na empresa NET TV A CABO em Santa Maria presenciei um "case". Eu participava de um grupo técnico de cinco pessoas ao qual era coordenado pelo Engenheiro Eletricista Denílson Leite, pessoa que administrava recursos financeiros e de pessoal. Todos os recursos financeiros destinados à compra de materiais e gastos com despesas das empresas terceirizadas eram respondidas por ele. A coordenação das equipes de trabalho a geração de relatórios mensais também faziam parte de sua rotina. Ou seja, suas tarefas não se limitavam em apenas conhecimentos técnicos aprendidos na faculdade. Portanto, fica visível a necessidade de conhecimentos administrativos para um engenheiro eletricista. Rodrigo Domingues

Unknown disse...

O Banco Nossa Caixa divulgou edital do concurso que visa ao preenchimento de 38 vagas imediatas, nos cargos de Auxiliar Administrativo, que exige curso superior de graduação ou seqüencial de formação específica, completa ou em curso; Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Eletrecista, Engenheiro Civil e Analista de Informática Júnior (Sistemas) para candidatos que possuem o nível superior completo na área desejada. A remuneração inicial oscila entre R$ 933 e R$ 1.975.
Ao contratado serão oferecidos os seguintes benefícios: assistência médica; auxílio cesta alimentação; auxílio creche/babá; auxílio funeral; auxílio refeição ou alimentação; vale transporte e plano de previdência privada complementar.
As inscrições estarão abertas, entre 10h do dia 15 e 16h do dia 31 de outubro, exclusivamente via Internet, no site www.vunesp.com.br, mediante pagamento de taxa de participação no valor de R$ 60, para os cargos de Engenheiro ou Analista de Informática ou na importância de R$ 30 para o cargo de Auxiliar Administrativo.
O candidato poderá, também, efetuar sua inscrição em qualquer um dos Infocentros (locais públicos para acesso à Internet), localizados em várias regiões da cidade de São Paulo.
As provas estão previstas para o dia 2 de dezembro. A convocação deve ser divulgada entre os dias 19 de novembro e 2 de dezembro.

Temos varios exemplos de empresas nas quais os Engenheiros assumem cargos administrativos, porém nota-se que em concursos os eng sao muito solicitados para as areas administrativas, acima temos um exmplo.

Unknown disse...

Compartilho com vocês uma pequena biografia de Harry Schmelzer Jr., diretor regional da WEG na Europa.

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Na WEG desde 1980, Harry Schmelzer Jr., 49 anos, foi nomeado chefe de vendas técnicas em 1983 e gerente de vendas em 1986. Atuou como diretor superintendente da então Unidade Acionamentos de 1992 a 2006, ano em que passou a ser diretor superintendente da Unidade Motores. Em 2007, tornou-se diretor regional da Europa, mudando-se para Portugal. Harry é engenheiro eletricista com especialização em Administração de Empresas no Brasil. Além disso, tem cursos de gestão na Kellogg School of Management (Northwestern University, EUA) e no Insead (França), além de curso em finanças pelo IMD International (Suíça).

A vontade de buscar conhecimento sempre foi uma marca registrada de Harry. "Desde o início tinha uma grande preocupação em aprender. Assim, sempre aproveitei todas as oportunidades que tive na empresa. O conhecimento e desenvolvimento adquiridos em cada fase de minha carreira na WEG, com certeza, contribuíram para meu desempenho e novos aprendizados nas áreas, missões ou desafios seguintes."

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Ao assumir cargos superiores, Harry passou a fazer especializações na área de administração de empresas, o que define a tendência da maioria dos engenheiros eletricistas atualmente.

Unknown disse...

Há anos a engenharia assumiu papel de destaque no mercado de trabalho, e essa posição se mantém inabalada. Os especialistas em recrutamento de pessoal apontam para a engenharia como uma espécie de profissão-curinga. Ela serve como base sólida para que o recém-formado se dê bem numa boa companhia, e também são eles, os engenheiros, que se saem melhor na hora de tocar um negócio próprio. Uma explicação pode estar na amplitude das disciplinas ensinadas nos curso.

Um ótimo exemplo que encontrei de engenheiros de sucesso é Soraya Bittencourt, a melhor palavra para definir sua atitude é determinação.
Engenheira altamente qualificada, ela fez parte da equipe que lançou o primeiro satélite brasileiro, o BrasilSat 1. Apesar do emprego estável na Embratel, Soraya largou o conforto da sua vida no Rio de Janeiro para arriscar desenvolver seus talentos nos Estados Unidos. E mesmo sendo mulher, latina e lésbica, conseguiu atrair a atenção de Bill Gates e desenvolver um projeto de sucesso na Microsoft: o portal Expedia Microsoft. Hoje, é diretora da área de comércio eletrônico da AOL/Time Warner e está entre os executivos brasileiros com os cargos mais altos no exterior.
Formada em Engenharia Eletrônica pela Universidade Gama Filho, no Rio de Janeiro, iniciou sua vida profissional assim que terminou o curso técnico, indo trabalhar na Souza Cruz, no departamento de engenharia, depois foi recomendada pelo alto comando da Embratel para assumir a operação e o lançamento do satélite BrasilSat 1, depois foi para os Estados Unidos onde fez cursos no Massachusetts Institute of Technology, onde trabalhei como programadora, na base da troca, para poder fazer o curso”, depois foi para a CompuTemps - na área de tecnologia, aonde chegou a dirigir a companhia, algumas empresas depois e Soraya já estava na Lotus, uma das maiores empresas de desenvolvimento de softwares do mundo, aonde era responsável pelos produtos desenvolvidos em multimídia e distribuídos em CD-ROM e por fim Soraya foi para a Microsoft trabalhar no desenvolvimento de uma nova maneira de distribuir conteúdo digital para TV interativa.
E foi assim que, em julho de 2001, Soraya assumiu o papel de executiva de sucesso na AOL.
As informações sobre Soraya Bittencourt foram retiradas de:
http://www.catho.com.br/estilorh/index.phtml?combo_ed=54&secao=157

Marcelo Zastawny disse...
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Marcelo Zastawny disse...

Fui buscar o meu case no site da revista VOCÊ S/A.
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A pessoa que me chamou atenção se chama Bruno Watté. Ele tem 33 anos e é graduado em Eng. da Computação pela Universidade de Campinas desde 2002. No ano de 2004 Bruno largou o emprego em uma multinacional norte-americana para trabalhar no Grupo RBS como gerente-geral do jornal de Santa Catarina, em Blumenau. "Tenho mais autonomia e responsabilidade", diz Bruno. Em Santa Catarina ele é gerente-geral de um dos oito jornais da RBS. "Ele é hábil com as pessoas e, sob pressão, toma decisões rapidamente", diz a cosultora Tatiana Campara.
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SOBRE O MERCADO:
Segundo a consultoria da PricewaterhouseCoopers, o setor de comunicação cresceu 5% ano passado.
“A convergência entre variados tipos de mídia, a indústria de entretenimento e as empresas de telecomunicações estão mudando a gestão das companhias de comunicação”, diz Jean-Claude Ramirez, sócio da consultoria Bain & Company. Ele vê oportunidades para publicitários, profissionais da área comercial, de desenvolvimento de novos negócios, de produção e de programação de conteúdo. De acordo com ele, uma boa dose de ousadia e criatividade é fundamental.
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A matéria na íntegra, bem como outros cases, podem ser visualizados no link abaixo:
http://vocesa.abril.com.br/edicoes
/0116/aberto/informado/mt_268351.shtml

Unknown disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Unknown disse...

Pesquisando na internet encontrei muitos casos de engenheiros eletricistas atuando em cargos de gerência como gerentes de projetos.

Em todos os casos percebi que estes engenheiros chegaram a seus cargos atuais após tempo de trabalho em cargos menores. Conforme acumularam experiência passaram a cargos de maior importância.

Conhecendo melhor as funções do trabalho e as "políticas" de produção, chegaram a cargos onde pudem orientar os "recém chegados" e liderá-los de forma a garantir os objetivos das empresas onde trabalham.

Também percebi que só o conhecimento técnico não bastou nesses casos. Esses engenheiros assumiram cargos de gerência também por conhecerem bem o "funcionamento" de cada empresa. A forma de trabalho, os objetivos, a preferência dos clientes entre outros fatores.

Concluí que para uma formação completa do engenheiro são necessários conhecimentos em áreas administrativas porque sempre estaremos lidando com pessoas. Ora estaremos "ouvindo", ora estaremos "falando", liderando...

Além disso, para confirmar bem minha "teoria", pesquisando editais de concursos notei que. além dos conhecimentos técnicos da engenharia, conhecimentos na área de administração também são exigidos e em alguns casos parecem ser mais relevantes do que o conhecimento técnico.

Para terminar, tenho um primo que trabalha na AES Sul. Há alguns anos atrás ele era apenas mais um engenheiro na empresa. Conforme foi ganhando experiência e demonstrando resultados, foi acumulando novas funções. Não sei exatamente qual a função que ele está ocupando, mas é algo parecido com "sub-gerente" ou "chefe" de alguma coisa no seu setor. Não sei exatamente a função, mas exige "administração e gerenciamento". Isto ocorreu em pouco tempo, cerca de 3 a 4 anos. Provavelmente a dedicação dele ao trabalho tenha sido grande responsável por essa ascensão rápida no emprego, mas certamente sua "integração" com a empresa (no sentido de conhecer o funcionamento, as regras e os objetivos da AES) o colocaram neste cargo.

Era isso!!!

Rafael disse...

SAP (Systems Applications and Products in Data Processing - líder mundial em aplicações comerciais) nomeia Carlos Alberto Ferreira como novo Presidente da empresa no Brasil.

Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade de Taubaté, Ferreira possui pós-graduação em Marketing, Vendas e Sistemas de Informação pela Universidade de Nova York. O executivo acumula, em seus quase 23 anos de carreira, longa experiência nos setores de TI, telecomunicações e serviços, tendo iniciado sua carreira na IBM Brasil e posteriormente trabalhado na área de TI da Johnson&Johnson, onde foi enviado aos Estados Unidos para atuar em projetos internacionais
nos anos 90.
De volta ao Brasil, Ferreira teve ainda a oportunidade de trabalhar em empresas como Digitel, Vivo, Diveo e Intelig, estendendo seus conhecimentos para as áreas de marketing, vendas e gestão. Em 2005, foi convidado para assumir a
presidência da Carlson Wagonlit Travel, líder mundial no segmento de viagens para o público corporativo, onde ampliou sua
experiência em atendimento a clientes e qualidade de serviços. Em julho de 2007 Ferreira deixa a presidência da Carlson Wagonlit Travel e assume o desafio de conduzir a SAP Brasil a novos patamares de negócios, com foco em reforçar os ações e resultados obtidos junto às grandes, médias e pequenas empresas. "Estou muito entusiasmado com o desafio que me foi apresentado e tenho certeza de que trabalhar na SAP Brasil será uma tarefa muito gratificante por poder atuar profissionalmente com um time de alta qualidade", afirma Ferreira.
O principal desafio de Ferreira será reforçar no País a estratégia global da SAP, que inclui expandir, junto aos clientes de grandes corporações, o uso de aplicativos de negócios que complementam os sistemas ERP - que fazem parte principalmente da família de soluções SAP Business Suíte - e garantir o sucesso das soluções verticais da empresa. Ampliar a base de clientes entre pequenas e médias empresas é outra das missões do novo Presidente, que, para isso, deve manter um grande foco no fortalecimento da rede de parceiros de implementação das soluções SAP Business One e All-in-One.

Visualizando todos os cases postados verifica-se a progressiva demanda do engenheiro em cargos de liderança e administração, não somente pelo conhecimento técnico, mas pela visão de mercado, fator este decisivo para elaboração de um projeto, implementação, manutenção, e gerenciamento de recursos com sucesso.

Rafael Tambara

Cristiano disse...

GE Lança Ecomagination Para Desenvolver Tecnologias Ambientais com Foco Empresarial Direcionado A Desafios Urgentes

Desde 2005, a GE anunciou uma ação ecologicamente correta massiva que vai desde um programa de investimentos em tecnologias renováveis e até a criação uma linha de produtos "verdes" com amplição constante.
http://www.ge.com/br/stories/ecomagination.html

Com esse tipo de iniciativa, nota-se que a empresa usa todo o seu peso de gigante no mundo energético para também associar a sua marca ao velho novo desafio: a sustentabilidade, mas sem esquecer obviamente de aumentar os lucros com essa estratégia de marketing...

As informações atualizadas e detalhadas dos projetos e produtos estão em
http://www.ge.com/ecomagination

Cristiano Vizzotto de Menezes

Unknown disse...

Compartilho com vocês o exemplo de uma empresa de Santa Maria a TSM Telecomunicações do Brasil Ltda, fundada pelo casal de engenheiros Wagner Benayon Marzall e Tânia Fighera Marzall, que iniciou prestando serviço de manutenção eletrônica e guiada por seus fundadores traçou estratégias empresariais e definiu seu público-alvo passando a fornecer antenas para empresas de telefonia rural, telecomando e telemetria, petroleiras, tele-alarme e transmissão de dados. Possui um grupo de trabalho formado por engenheiros e técnicos especializados na área de telecomunicações e trabalha totalmente integrado para oferecer aos clientes as melhores soluções em qualidade e custo.
E para provar que engenharia versus administração resulta sucesso a TSM recebeu reconhecimento no Prêmio Talentos Empreendedores 1998 na Categoria Indústria pela Região Centro-Oeste do Rio Grande do Sul. E o sucesso continuou entre os anos de 2001 e 2006 considerado pela empresa como anos de grandes avanços, muitos prêmios e crescimento firme. Com a aquisição de máquinas CNC (Computer Numerical Control) alavancaram-se os processos de manufatura avançada. Foi formado um departamento de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) que capacitou a TSM a projetar mais de 200 produtos e homologá-los na exigente norma Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). Novos investimentos foram efetuados no laboratório de teste e medição da TSM Antennas e paralelamente a esse desenvolvimento do seu laboratório de medições e teste foi implantado o software E-ffective, programa de ERP (Enterprise Resource Planning) que possibilita que a gestão da operação da empresa seja totalmente integrada em todos os níveis.

O constante trabalho da empresa baseado na filosofia da qualidade total trouxe ótimos resultados. Hoje estão entre os clientes da TSM os mais importantes provedores de internet via rádio do Brasil, operadoras fixas e móveis, companhias de energia e empresas renomadas dos mais variados setores. Os produtos da TSM Antenas são projetados e fabricados sempre com padrão classe mundial, classe esta que se comprova pelas exportações feitas para a Europa, África e América Latina.

Tiago disse...
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Tiago disse...

Vou usar como exemplo o caso do José Roberto Boisson.

José Roberto Boisson de Marca nasceu na cidade do Rio de Janeiro e realizou o seu curso de engenharia na PUC/Rio tendo recebido o seu diploma de Engenheiro Eletricista (ênfase: Telecomunicações) em julho de 1972.

Após trabalhar um ano no setor de comunicações de dados da Embratel ele recebeu uma bolsa da Comissão Fulbright para realizar o mestrado na University of Southern California, Los Angeles. Posteriormente recebeu uma bolsa do CNPq para prosseguir seus estudos visando o título de doutor que concluiu em 1977 na mesma universidade.

De forma resumida, citarei algumas participações administrativas por onde ele passou:

Fez parte de uma das diretorias do CNPq.
Presidente fundador da Sociedade Brasileira de Telecomunicações (SBrT)
Presidente do Laboratório Nacional de Redes de Computadores (LARC)
Presidente mundial para o biênio 2000 - 2001 da IEEE
Membro do Conselho Diretor Corporativo do IEEE, para o período 2004 – 2005, representando a área de telecomunicações.
Secretário Geral da instituição para o ano de 2006, com assento no Comitê Executivo do IEEE.

O texto completo pode ser visto em:
http://www.cetuc.puc-rio.br/
~jrbm/Boisson_resumo%20biografico.html

Tiago Vendruscolo

Tobias disse...

Cito como exemplo o Engº Eletricista Luiz Antônio da Rocha Soares é sócio representante da QUALY ALL ASSESSORIA EMPRESARIAL LTDA., empresa fornecedora de serviços para o INDG. Tem pós-graduação em Administração de Marketing (FGV, 1998) e MBA em Administração de Negócios (FGV, 2000). Tem qualificação Lead Assessor (BSI - British Standards Institution, 1995), Sistemas de Qualidade - ISO 9000 (FGV, 1994), Nivelamento Gerencial e Gerenciando Pessoas (Dorsey e Rocha - RJ, 1992), Ferramentas do "JUST IN TIME" (IMAN/SP, 1991). Participou da Missão "TQC para Média Gerência e Coordenadores/Facilitadores de TQC" (JUSE, Japão, 1991);
Atua como Consultor Líder de Projetos em empresas clientes dos setores petroquímico, mineração, indústria e comércio de embalagens, telefonia, refinaria de petróleo, laboratórios, construção civil, operação portuária, operação de containeres, etc. Participou de diversos treinamentos ministrados pelo INDG, FDG e FCO.
Seus conhecimentos o capacitam a liderar projetos nas abordagens Gerenciamento pelas Diretrizes, Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia, Diagnóstico Econômico Financeiro, Redução de Despesas, Reestruturação, Diagnóstico de Desempenho Operacional, Diagnóstico do Gerenciamento da Rotina, Gerenciamento da Rotina de Processos Reestruturados e ISO 9000.
A materia completa esta no site http://www.indg.com.br/entrevistas/entrevistaLuizSoares.asp

Arjona disse...
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Arjona disse...

O exemplo que escolhi foi do engenheiro eletricista Antônio Ribeiro Neto. Ribeiro possui formação acadêmica em Engenharia Eletrica com ênfase em eletrônica, com especialização em telecomunicações pela Unicamp e Ita e MBA em gestão empresarial pela BSP (Business School São Paulo) com extensão na Universidade de Toronto (Rotman School of Management), onde recebeu a Carta de Distinção (Letter of Distinction) pelos excelentes resultados no programa “Gerenciando em uma Economia Global” (“Managing in the Global Economy”).Antônio Ribeiro Neto assumiu, em março de 2007, o cargo de superintendente da empresa Venturus (instituto de pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica) ficando responsável pela direção e administração da empresa. Com mais de 25 anos no mercado de tecnologia, Ribeiro assumiu o cargo com a missão de posicionar o instituto como uma das principais alternativas no desenvolvimento de hardware e software. O executivo traz experiência acumulada em cargos de liderança de empresas como a AT&T, Avaya e Instituto Genius. “Nós carregamos o conceito inovação em nosso nome. Por isso, é nossa meta oferecer ao mercado tecnologias rentáveis e que agreguem valor às empresas”, afirma.
Ele também destaca o compromisso de dar continuidade aos projetos de responsabilidade social já realizados pelo Venturus e de manter a qualidade de trabalho do time: “O instituto é formado por pessoas e é nossa preocupação valorizar nossos colaboradores, assim como manter nossa visão de futuro, investindo em projetos de apoio a toda sociedade”, diz.. Em reportagem para a revista digital "Informe" da ABIPTI (Associação Brasileira das instituições de Pesquisas Tecnológicas) - edição de agosto de 2007 ,há uma reportagem com o engenheiro sobre propostas da Venturus de investimento em P&D. Ao ser questionado sobre suas prioridades na direção da Venturus, Ribeiro respondeu: "Teremos foco, as metas serão desafiadoras e o plano de negócio ambicioso para crescermos de forma sustentada na direção do mercado global. Enumero aqui nossas prioridades nesta nova gestão: garantir esuperar as expectativas de negócio dos clientes atuais e de cada novo cliente; garantir a auto-sustentabilidade
sempre; atrair e reter os melhores talentos; garantir que todos os processos utilizem as melhores práticas globais; atingir os itens anteriores com responsabilidade social.”
Aos interessados, abaixo segue o link da revista informe com o artigo completo.

http://www.gestaoct.org.br/impresso/Inf_abipti/info_abipti_187.pdf

Comissões das Turmas de Engenharia disse...

Como um caso de Engenheiro Eletricista trabalhando na area de genrencia, encontrei o Engenheiro José Roberto Elias, é engenheiro eletrônico formado pela UNICAMP em 1983, com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas – FGV-SP em 2005.
Possui 22 anos de experiência em Telecomunicações, 12 dos quais, dedicados a Broadcast de Áudio e Vídeo. Iniciou sua carreira na Embratel, passando pelo CPqD onde dedicou 10 anos de sua carreira à Pesquisa e Desenvolvimento, posteriormente ocupando cargos executivos na COMSAT Brasil, onde implantou sistemas de distribuição de vídeo e áudio por satélite, projetou unidades móveis de transmissão via satélite (SNG) além de ter participado da SET como Diretor de telecomunicações. Casablanca e Grupo Schahin também foram empresas por onde trabalhou e, atualmente, ocupa a posição de Gerente de Broadcast na RFS, sendo o responsável direto pela interface técnico-comercial do segmento de Rádio e TV do Brasil e países da América Latina.

O Engenheiro citado acima é um bom exemplo de profissional que se preparou para assumir um cargo de gerencia, pois em alguns casos, os Engenheiros alcançam cargo de gerencia unicamente devido ao seu conhecimento técnico e dessa maneira encontram certa dificuldade em administrar e gerenciar uma empresa. Pois na maioria das vezes o Engenheiro preocupa-se resolver problemas técnicos, nao se preocupando com a soluçao de problemas de ordem social,como saber lidar com outras pessoas, trabalhar em grupo e respeitar as diferenças, o que é muito importante para quem assume um cargo de gerencia.

Hueslei Hoppen

Unknown disse...
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Unknown disse...

No site http://www.encontrodeenergia.com.br/2006/palestrantes.htm encontrei um "case" bem próximo ao comentado em aula:

"João Carlos de Abreu Guimarães, é engenheiro eletricista pela Universidade Federal de Minas Gerais – turma 1984 com MBA em finanças pelo Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – IBMEC SP – turma 2002. Atuou na CEMIG e Enron South América tendo ocupado diversos cargos gerenciais na área comercial. Atualmente, trabalha na AES Eletropaulo como Gerente de Desenvolvimento de Mercado".

A ferramenta gerencial que este engenheiro utilizou para ingressar no mundo corporativo foi o famoso MBA - Master in Business Administration, ou, em Português, Mestre em Administração de Negócios.
Acredito que a maioria dos engenheiros mais maduros migrem para o mundo das corporações, e para isso um MBA é realmente uma alternativa poderosa, já que este não deixa de ser um curso de formação de executivos.
Por fim, para João Carlos de Abreu Guimarães uma especialização em negócios foi uma boa pedida, visto que atuou em empresas de grandes nomes como a CEMIG e AES Eletropaulo.

Juliana Rebolho

Unknown disse...

Vou citar como exemplo um trecho do artigo, A Profissão - Engenheiro Eletricista (26/06/2002), escrito por Luis Fernando Espinosa Cocian, engenheiro eletricista, ME, professor de Engenharia Elétrica da Universidade Luterana do Brasil.

“O caminho profissional para um engenheiro eletricista diplomado pode direcionar-se numa grande variedade de direções. O diploma em engenharia elétrica fornece um bom ponto de inicio para certos caminhos de profissões diferentes, tais como medicina e negócios. Na engenharia, o engenheiro eletricista pode esperar trabalhar em problemas genéricos de engenharia ou em aplicações especificas. Nos negócios, pessoas como Andrew Grove (Intel), Andrew Viterbi e Irwin Jacob (Qualcomm), David Packard e Bill Hewlett (Hewlett-Packard) é um vivo exemplo de que os engenheiros eletricistas são excelentes empreendedores. No Rio Grande do Sul, os engenheiros Ricardo Felizzola e Luiz Francisco Gerbase (Altus), Aderbal Lima e Miguel Fachin (Novus), Márcio Fachin e Moisés Pontremoli (Ponfac), Gilberto Machado (Digitel) e Carlos Porto (CP Eletrônica) são alguns exemplos de empreendedores de sucesso.
Alguns atributos importante para este sucesso incluem fortes habilidades na análise e solução de problemas, boa comunicação, excelentes habilidades computacionais e a facilidade de trabalhar bem em pequenos grupos. Em algum ponto das suas atividades, o engenheiro eletricista precisará decidir se especializará no trabalho técnico de uma aplicação escolhida, mudar para a área administrativa para se capacitar em atividades de liderança ou direção requeridas para trazer novas idéias de produto para o mercado, para alguma outra área de aplicação ou retornar à escola para efetuar um curso de mestrado ou doutorado”.
Texto completo disponível em http://strauss.ulbra.tche.br/
~eletrica/Profissao.htm.

Apesar de ser um artigo do ano de 2002, ele contém o assunto que foi tratado em aula, ou seja, o assunto discutido “não é de hoje”, tanto que alguns dos engenheiros eletricistas bem sucedidos citados acima estabeleceram sua formação há muitas décadas. O perfil atual do estudante de engenharia é modelado pelas universidades, com a preocupação na formação do caráter empreendedor, administrativo. Essa exigência é imposta pelo mercado de trabalho, pois muitas empresas escolhem seus funcionários que possuem “esse algo a mais”. O engenheiro eletricista deve estar preparado para essa nova exigência, e ir além do que é fornecido apenas no curso já adaptado. Como exemplo de empresa que pensa nesse perfil, vou citar algumas políticas e diretrizes do Recursos Humanos da Petrobrás:
“Valorizar as práticas gerenciais que fortaleçam a crença corporativa de que as pessoas são imprescindíveis ao sucesso dos negócios”.
“Promover a prática de comunicação interativa e sistemática entre os gerentes e seus colaboradores fortalecendo as relações no trabalho”.
“Ampliar os espaços e mecanismos para que os empregados possam oferecer contribuições aos dirigentes e influir nas decisões que lhes afetem diretamente, promovendo práticas de gestão participativa”.
Existem diversas diretrizes que se encaixam perfeitamente no que foi discutido em aula e “vale a pena” dar uma lida nas demais, estão disponíveis em http://www2.petrobras.com.br/
portugues/ads/ads_Petrobras.html. (link Recursos Humanos).

Encontrei um outro artigo ligado diretamente ao assunto sobre engenheiro na área administrativa, Managing your Transition into Management, disponível em http://www.changeperform.com.au/
engineers_management_development.
html , contém muitos argumentos, ‘vale a pena dar uma olhada’.

Cássio Luciano Baratieri

Unknown disse...

Inicialmente pensei em citar como exemplo o Eng. Civil Jayme Garfinkel, retirado da Revista Exame, edição 914. Formado pela USP e com pós-graduação em Administração de Empresas na FGV, Garfinkel é controlador e presidente da seguradora Porto Seguro e atualmente, é membro da seleta lista de pessoas mais ricas do mundo, com uma fortuna estimada pela revista Exame em 2,3 bilhões!!
Mas achei mais interessante observar se o mercado realmente está à procura de Engenheiros para ocupar cargos administrativos. Dentre os vários exemplos encontrados na própria revista Exame, abaixo cito parte de dois:

Diretor de Operações e Logística
Através da Michael Page, grande indústria do setor petroquímico busca profissionais com formação em Engenharia, Administração ou Economia com sólida vivência com operações logísticas industriais. Maturidade gerencial e dinamismo completam o perfil. O profissional recrutado para essa vaga será responsável por definir as melhores estratégias de operações logísticas multimodais e planejamento, assegurar níveis de serviço, qualidade e atendimento, além de "gestão estratégica" de equipes seniores, extraindo máxima sinergia e eficiência.

Gerente de Planejamento Financeiro
Através da HAYS, uma indústria multinacional, fornecedora para o mercado
automobilístico recruta profissionais de Engenharia, Administração e Economia com experiência em posição gerencial com desenvolvimento profissional no ambiente industrial. Senioridade, ampla visão analítica, atitude hands-on, além de boa capacidade de trabalhar sob pressão completam o perfil.
As principais responsabilidades incluirão o gerenciamento do processo orçamentário e a "gestão de CAPEX"; elaboração de estudos de viabilidade economica e financeira de novos projetos e investimentos; suporte às áreas de negócio elaborando diversos cenários financeiros; envolvimento no
planejamento estratégico de curto , médio e longo prazo.

É visivel que o Engenheiro é bem aceito pelas empresas no que diz respeito a acupação de cargos gerenciais. Mas como ressaltei no texto, a experiência na área é fundamental.
Felizmente estamos vivenciando um período de crescimento da economia e a demanda por Engenheiros atuando na área técnica é grande. Assim, com o tempo e a experiência adquirida, teremos o perfil requerido por várias empresas, e, quem sabe, seguir o exemplo do Sr. Garfinkel.

Jacson disse...

Tentando encontrar algo sobre os eng. eletricistas achei uma reportagem da revista Exame, do dia 20/03/2008, que me chamou a atenção. Não se trata exatamente de uma notícia de eng. eletricistas, mas do atual mercado de trabalho, também para os profissionais engenheiros. O título da reportagem é "Impacientes, infiéis e insubordinados", e um trecho da reportagem é o seguinte: "Em 2005, após concluir um concorrido programa de trainee em uma das maiores empresas do país, a engenheira paulistana Paula Bojikian, de 26 anos, abriu mão do emprego que lhe foi oferecido. "Percebi que ali eu seria mais uma na multidão...", diz ela...
O engenheiro paulista Roberto Nakahara tem apenas seis anos de carreira. Apesar disso, já trocou de emprego três vezes. Aos 28 anos de idade, passou pela Unilever, Kraft Foods e Colgate-Palmolive. Há seis meses, tornou-se gerente de produto da subsidiária brasileira do Galderma...
Micheletti, Paula e Nakahara são típicos representantes da mais nova geração de profissionais que está chegando aos primeiros cargos de gerência de grandes empresas. É um grupo conhecido como geração Y, formado por jovens entre 18 e 30 anos. Eles são menos pacientes, menos fiéis e não se importam com certos protocolos da hierarquia..."
__________________________

Atualmente o perfil de certos profissionais está mudando. As carreiras estão evoluindo cada vez mais rapidamente, e nem sempre estão respeitando todas as etapas normais para chegar até o topo. Vários jovens estão cada vez mais ambiciosos e bem preparados para concorrerem aos empregos administrativos nas empresas, desde as pequenas até as grandes como multinacionais. A qualidade da preparação é um fator preponderante para atingir-se todos objetivos, assim como cursos, busca de informações e todas as outras armas que possam ser úteis para uma carreira de sucesso no setor administrativo das empresas.

Alison disse...

Pesquisando na internet, achei alguns artigos que denotam
a importância do engenheiro se adaptar a dinâmica do mercado, assumindo cargos gerenciais apos algum
tempo de atuação técnica. Não deixando de lado o conhecimento técnico, o engenheiro pode desempenhar
cargos administrativos especiais, usando seu conhecimento de engenheiro de outra forma e assumindo um novo
perfil profissional.
Tenho dois casos em família de engenheiros que se tornaram administradores e passaram ao ramo
da iniciativa privada. Mesmo não se tratando de engenheiro eletricista, meu pai, engenheiro mecânico, após
varios anos exercendo a função de projetista, passou a coordenar uma equipe de engenheiros, exercendo
papel administrativo, mas que só foi possível graças ao conhecimento e atuaçao técnica na área. Hoje, aposentado
como engenheiro, trabalha em um setor um pouco distante da engenharia mecanica, mas que sem dúvia
tem tido sucesso devido à experiência obtida como um "engenheiro administrador".

Unknown disse...

Retirei alguns trechos que nos interessam de uma notícia da revista Exame publicada em 2002; o engenheiro eletricista e mestre em Administração, Alberto Ghiglieno foi eleito (na época) o novo presidente da Fiat tendo pela frente três principais desafios: manter a liderança de mercado, aumentar a rentabilidade e, assim, superar o legado de seu antecessor.

“O entrosamento rápido é determinante para alguém que, como ele, tem pela frente uma missão árdua: manter a Fiat na liderança do mercado -- uma posição conquistada há menos de um ano e meio e que está permanentemente ameaçada pela concorrência. Agilidade e o bom relacionamento com a rede concessionária foram fundamentais para que seu antecessor, Gianni Coda -- agora de volta à Itália como o número 1 da divisão Fiat-Lancia, o maior negócio do grupo --, levasse a marca italiana a ultrapassar a Volkswagen nas vendas no varejo de automóveis e comerciais leves. Além disso, nos últimos anos a Fiat foi a única das grandes montadoras a operar com lucro no Brasil.
[...]

Engenheiro com mestrado em administração, Ghiglieno diz -- em italiano, já que por enquanto só consegue ler em português -- que faz uma distinção entre seu maior desejo e sua missão à frente da empresa. O sonho: aumentar a distância que separa a Fiat das demais. A missão: conservar a atual participação e aumentar a rentabilidade, considerada baixa. O balanço de 2001, ainda não publicado, não deverá apresentar resultado superior ao de 2000 -- quando, segundo Melhores e Maiores, o lucro da Fiat foi de 32 milhões de dólares, correspondente a apenas 2,7% do patrimônio líquido.

Uma das formas de aumentar a rentabilidade é cortar custos, e parece ser uma das competências de Ghiglieno. Entrou no grupo há oito anos e ganhou notoriedade na companhia por sua atuação na área de compras internacionais. Pouco menos de dois anos atrás, os grupos GM e Fiat trocaram participações acionárias e criaram duas associações. Uma é a Power Train, de motores e câmbios. Por mais de um ano e meio, até ser designado para substituir Coda, Ghiglieno foi o diretor-geral da outra associação, a Worldwide Purchasing Europa, responsável por compras conjuntas de autopeças e cuja meta é economizar 2 bilhões de dólares em compras nos primeiros cinco anos. Para comandá-la, ele vivia em Wiesbaden, nas imediações de Russelsheim, sede da Opel, o braço alemão da GM. Foi escolhido para esse cargo devido à experiência acumulada à frente do comitê de aquisições mundiais da Fiat Auto. Criado para o lançamento mundial do Palio, o comitê cuidou de compras anuais de 10 bilhões de dólares. Isso obrigou Ghiglieno a viajar pelo mundo inteiro e conhecer vários fornecedores.

A Worldwide Purchasing (WWP) compra cerca de 25 bilhões de dólares por ano e tem uma complexa teia de 3 000 fornecedores e 2 000 funcionários de 15 nacionalidades. "No primeiro dia de trabalho já fizemos um benchmarking completo", diz Ghiglieno. "Escolhemos as melhores pessoas, os melhores processos, enfim, o melhor de cada uma das duas culturas, e tratamos de fundi-las." Normalmente, em caso de fusões e associações, leva-se um ano só para fazer isso -- e muitas vezes não se consegue, como mostra a história da DaimlerChrysler. O resultado financeiro da WWP em 2001, primeiro ano completo da associação Fiat-GM, Ghiglieno não revela. Mas sabe-se que GM e Fiat já economizaram entre 300 e 400 milhões de dólares cada uma.

Foi essa economia que credenciou Ghiglieno para a Fiat Automóveis, a segunda unidade de negócios mais importante do grupo italiano. No primeiro momento, segundo ele, nada será alterado na subsidiária brasileira. "Temos um modelo administrativo de sucesso. Como qualquer outro, se não melhora com o tempo, perde a vantagem competitiva", diz. "Espero melhorar os processos adotando e implementando novas idéias." Para manter a liderança de mercado no país, a Fiat continuará a investir 500 milhões de reais por ano na renovação de sua linha.
[...].”

Hoje, Ghiglieno é sócio de uma empresa italiana de recuperação de companhias em dificuldade.

Apesar de mestre em Administração, observamos um grande número de engenheiros, não só eletricistas, que se destacam em cargos administrativos.
Um exemplo próximo, é o caso do engenheiro mecânico Luis Gustavo Iensen, formado na UFSM em 80, desde então trabalhou na WEG. Passou por vários setores, como por exemplo, comércio exterior, responsável pelas vendas na Europa e Austrália. Com a expansão da WEG nos diversos continentes, mais recentemente foi promovido à gerente executivo de uma fábrica da WEG em Portugal. Atualmente ele é diretor regional da WEG Ásia.

Matheus Desconzi

Unknown disse...

Na procura por um exemplo de engenheiro trabalhando na área administrativa, busquei o foco mais em engenheiros que não abandonaram a sua área de atuação, no nosso caso, a elétrica. Cito abaixo o caso do Presidente do Conselho de Administração da Associação Brasileira dos Agentes Comercializadores de Energia Elétrica (ABRACEEL).

RENATO VOLPONI LÍCIO
Presidente do Conselho de Administração

Natural do Rio de Janeiro. Graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com mestrado em Engenharia de Sistemas pela COPPE. Especialização em "Otimização de Sistemas de Grande Porte". Pós-Graduado em Finanças de Mercado pelo IBMEC. Trabalhou durante 20 anos na empresa Furnas Centrais Elétricas, na área de Comercialização de Energia, transferindo-se para a ASMAE (atual Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE), onde coordenou as áreas de Precificação e de Regras de Mercado. Atualmente, é diretor de Comercialização e Risco da Enertrade, comercializadora do Grupo Energias do Brasil. Foi coordenador do Grupo Técnico e diretor-técnico da Abraceel. Eleito e empossado em 03 de fevereiro de 2005 para mandato de dois anos como conselheiro vice-presidente da Abraceel. Em 02 de fevereiro de 2007 foi eleito presidente do Conselho de Administração, com mandato de dois anos.
Fonte: http://www.abraceel.com.br/conselho/

André Luís Kirsten

Unknown disse...
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Unknown disse...

Oi, resolvi postar sobre uma notícia da Você s/a, sobre um engenheiro eletricista que foi contratado por uma empresa de grande porte na área de consultoria, a everis®.

Está abaixo:

everis® Brasil elege novo sócio

A everis®, empresa de consultoria multinacional que oferece soluções de negócios globais e tecnologia da informação, nomeou Rodrigo Gonsales como sócio, responsável por Contas Globais e Marketing da filial brasileira.

Rodrigo é formado em engenharia elétrica pela Escola de Engenharia Mauá e possui MBA em Finanças pelo IBMEC e MBA em Marketing e Comércio Eletrônico no ITA/ESPM. Com mais de treze anos de experiência, atuou anteriormente na Bearing Point, KPMG Consulting e KPMG Auditores.

Achei interessante o rumo que pode ser tomado por um profissional da nossa área, já que esta não é uma empresa relacionada a engenharia. Com certeza, o perfil prático e lógico de um engenheiro é muito bem visto no meio empresarial.

Luzia Lux